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23 de novembro de 2013

25 de novembro - Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue

 



 
 
Dia 25 de novembro é o Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue. A data, criada em 1964 com o objetivo de valorizar a doação voluntária, é um ato simples e salva muitas vidas. Atualmente, o Brasil conta com cerca de 3, 5 milhões de doadores de sangue, o que corresponde a 1,9% da população do país - índice abaixo do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 3%. Por este motivo, milhares de pessoas no mundo necessitam de reposição sanguínea durante procedimentos cirúrgicos ou ambulatoriais, em virtude de tratamento de doenças, acidentes, etc. Essa reposição só é gerada graças ao ato de doação, um ato de solidariedade que abastece os estoques dos hemocentros. É importante que a população colabore para regularizar, manter e aumentar os estoques de sangue. Ao participar, o doador ajuda pessoas que precisam de transfusão. A doação respeita os critérios técnicos e não traz qualquer tipo de risco ao doador.


FONTE: http://www.mensagenscomamor.com/diversas/doacao_de_sangue.htm

Dinâmicas: Ação de graças

1-) Celebração de ação de graças

Motivação:
O Dia de Ação de Graças é um momento especial para agradecer por todas as maravilhas que nos cercam (Ts 5, 16-18), pela grande dádiva da vida, pela grandiosidade do universo e belezas da natureza, por todos os talentos e dons presenteados à humanidade (Sl 117). Dia em que todos devem fazer uma pausa em seus afazeres, independente de sua fé e crenças, e refletir, agradecer a Deus por todos os bens recebidos: a saúde, o amor, a pátria, o trabalho, a família, pelo conforto e auxílio nas dificuldades cotidianas.

Preparando o ambiente:
Todo o grupo precisa estar envolvido pelo espírito de ação de graças, animado para o louvor e a gratidão a Deus.
Utilizando flores e panos coloridos; imagens e cartazes que expressem ação de graças; frases e mensagens de agradecimento e louvor; velas e outros ornamentos; objetos, símbolos que ajudem a criar um ambiente celebrativo próprio.
Todos em círculo ao redor de um altar ou sentados no chão.
Música instrumental que propicie a mística espiritual desejada.
No centro, fotos de momentos marcantes das pessoas do grupo que vivenciam a celebração, de paisagens da natureza, pessoas felizes e fatos difíceis, obras fantásticas da humanidade, figuras que demonstram as maravilhas da ciência moderna, famílias e tudo o que mereça agradecimento.
O animador inicia a celebração contextualizando-a e motivando o louvor a Deus Criador, Pai de toda humanidade, amoroso com seus filhos, consolo e abrigo certo a todos os que sofrem, do qual tudo provém, origem dos dons e talentos presenteados amorosamente.
Convida-se os participantes à leitura alternada do “Louvor das criaturas ao Senhor”. Então todos devem circular pelo ambiente e escolher dois ou três motivos especiais de agradecimento que serão partilhados com o grande grupo de forma que todos louvem a Deus, ressaltando sua bondade em suas vidas. Escreve-se e lê a mensagem.
Após a partilha, termina-se a celebração com um canto que leve o grupo a expressar a alegria de viver, de juntos formarem uma família de irmãos e amigos.

Silvio Luiz Wolitz de Almeida Junior
Celebração publicada no jornal Mundo Jovem - edição 342 - novembro/2003
 

2-) Árvore da gratidão

 
Agradecimento se faz com palavras e também com a vida, contribuindo para melhorar o mundo, a partir da convivência com as pessoas nos locais onde estamos.
- Partindo do poema Saber Viver (abaixo), motivar para que as pessoas elaborem um pequeno poema ou prece ou que escolham símbolos para expressar sua gratidão a Deus, por aquilo que têm feito de bom às outras pessoas.
- Montar a árvore da gratidão - preparando um tronco ou galho de árvore seca ou embaixo de uma árvore, em contato com a natureza - onde serão afixados os poemas de agradecimento e outros símbolos.
- Relacionar a árvore com a vida de cada um: há aquelas que oferecem frutos e outras flores; outras dão sombra, abrigo e outras aliviam dores. Sua beleza vem no conjunto da paisagem.
- Cada um faz o seu momento pessoal de agradecimento e depois compartilha com o grupo quando se compõe a árvore da gratidão.
Finalizar de mãos dadas, com o canto Certas coisas pra dizer ou outro.

Poema Saber Viver (Cora Coralina)

  • Não sei...
    Se a vida é curta
    Ou longa demais pra nós,
    Mas sei que nada do que vivemos
    Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.
    Muitas vezes,
    Basta ser:
    Colo que acolhe,
    Braço que envolve,
    Palavra que conforta,
    Silêncio que respeita,
    Alegria que contagia,
    Lágrima que corre,
    Olhar que acaricia,
    Desejo que sacia,
    Amor que promove.
    E isso não é coisa de outro mundo,
    É o que dá sentido à vida.
    É o que faz com que ela
    Não seja nem curta,
    Nem longa demais.
    Mas que seja intensa,
    Verdadeira, pura... Enquanto durar.

Música Certas coisas pra dizer (Jorge Trevisol)

  • Vou falar certas coisas
    Que o coração não diz
    Se não amar a verdade
    E se a alma não for feliz
    É que a vida tem certas coisas
    Reservadas só pra depois
    Quando a gente se encontrar com outras
    Que também conheceram o amor
    E não há sentimento escondido
    Que não venha provar seu valor
    Uns confundem e outros consolam
    Eles vêm pra dizer quem eu sou.
    Vou lembrar outra coisa
    Que também aprendi
    Fechando os olhos da alma
    E sem querer resistir
    Não há nada sereno e seguro
    Que não tenha passado por Deus
    Mesmo quando o caminho é escuro
    Há uma luz apontando pro céu
    Basta olhar como surgem as coisas
    Onde é que elas vão terminar
    Se é o amor quem conduz seu destino
    Elas são portadoras de paz.
    Tenho enfim outra coisa
    Que não posso esquecer
    Mesmo sem ter certeza
    Mas eu preciso dizer
    O que eu penso a respeito da vida
    É que um dia ela vai perguntar
    O que é que eu fiz com meus sonhos?
    E qual foi o meu jeito de amar?
    O que é que eu deixei pras pessoas
    Que no mundo vão continuar?
    Pra que eu não tenha vivido à toa
    E que não seja tarde demais.

FONTE:http://www.mundojovem.com.br/datas-comemorativas/dia-de-acao-de-gracas/


Oração para o dia de Ação de Graças

Oração: rumo ao encontro com Deus

Artigo sobre oração e gratidão
 
Um dos nossos maiores compositores, Gilberto Gil, canta uma belíssima verdade: “Se eu quiser falar com Deus tenho que ficar a sós, apagar a luz, calar a voz e encontrar a paz (...)”. Para falar com Deus não há dificuldade, não existe ciência secreta, nem mesmo receita pronta.
Para falar com Deus basta seguir a simples descoberta de Santa Teresinha: voltar-se para o céu em contemplação, como fez Jesus (Jo 17,1). Ou, ainda, descobrir no outro a possibilidade de orar constantemente no serviço incondicional de suas alegrias e tristezas.

Oração de louvor
Nos Livros Sagrados encontramos ricos registros de oração e louvores, daqueles que costumamos chamar de Povo de Deus. Exemplo disso são os Salmos. Os salmistas cantam suas experiências com Javé, derramam-se em louvor e súplica ao Deus que salva dos grilhões da escravidão e sela a promessa de uma nova terra, onde corre leite e mel. Nos Salmos encontramos ensinamentos contínuos sobre a oração. Mostram como entoar louvores simples e espontâneos, atrelando-os ao nosso contexto histórico.
A oração de louvor é erguida a Deus por toda a sua grandeza. É o momento de reconhecer os seus feitos, agradecendo-o por ser o que é. A oração de louvor é totalmente desinteressada, dirigida a Deus; cantada para Deus; dando-lhe glória, mais por aquilo que ele é do que pelo que ele faz. É a gratidão rendida mesmo quando tudo está um caos e a vida em intensa desordem nos motiva a praguejar, lamuriar e lamentar. Louvar, mesmo quando o nosso clamor parecer esquecido. “Apesar de tudo isso, Jó não cometeu pecado nem imputou nada de indigno contra Deus” (Jó 1, 22).

O mercado da oração
O que temos assistido no tempo presente é a deturpação da oração. Vemos a oração manobrada pelos nossos interesses, comercializada pelo mercado da fé, tabelada pelo império do sagrado. Anunciam a oração de pouco ou mais poder, numa negociata sem vergonha e sem pudores. Não entendem o discurso de Paulo sobre a graça: nada precisamos dar. Não galgamos méritos diante de Deus pelas nossas ações, porque Deus não faz acepção de pessoas (Rm 2, 11).
O Espírito Santo dá a algumas pessoas um carisma especial de cura e libertação dos males para manifestar a força da graça que emana do ressuscitado, porém as filas quilométricas que se formam em frente de templos que prometem o fim do sofrimento e a libertação das enfermidades não estão em conformidade com esse propósito. Não estou fazendo apologia ao sofrimento e nem diminuindo o poder dos céus.
Paulo, na Bíblia, diz contundentemente que os sofrimentos que temos de supor tar podem ter como sentido “completar na minha carne o que falta às tribulações de Cristo por seu corpo, que é a Igreja” (Cl 1,24).

Práxis de libertação
A oração é algo simples, que pode ser dita ou calada; apregoada ou sentida; nos joelhos prostrados ao chão ou na ação junto com o irmão. Orar é também agir fazendo brotar uma espiritualidade que nasce de um encontro forte com Deus na pessoa dos mais pobres. É a fé confrontada com toda a injustiça feita aos pequenos e desprotegidos de nossa sociedade.
Contemplar Cristo crucificado é fazer a experiência do Cristo Servo sofredor e, assim, percebê-lo em tantos rostos solapados pela ganância humana que produz cada vez mais crianças nas sinaleiras, cadeias lotadas e imundas, mulheres violentadas na sua dignidade, idosos em filas de hospitais, pessoas discriminadas e lesadas na liberdade. Enfim, tocar Cristo naquele que está na sarjeta, nos guetos, nas favelas, nas esquinas. É se encontrar com o crucificado que chora e grita: “Tenho fome, estou aprisionado, encontro-me nu” (Mt 25, 31-46).
Fazer a experiência orante exige indignar-se com a injustiça imposta aos pobres, no comprometimento com a libertação. É fazer parte da mística da vida que nos ensina que a minha felicidade passa pela felicidade do outro, que a minha ressurreição desponta com o ressuscitar do meu irmão que sofre.

 
Antônio José é professor e estudante de Teologia no Instituto Superior de Teologia e Pastoral de Senhor do Bonfim. Itiúba, BA.
Texto publicado no jornal Mundo Jovem, edição nº 396, maio de 2009, página 16.
 

Um pouco + : Dia de Ação de Graças

Expressar gratidão não é um costume muito difundido entre nós. Quando temos saúde, quando conseguimos superar as dificuldades e os problemas, em geral, apenas não reclamamos.

Reconhecer as coisas boas que nos acontecem pode ser um estímulo para vivermos cada vez melhor. Quem tem fé agradece a Deus e aos irmãos. E todos, independentemente da fé, podemos fazer do Dia de Ação de Graças, na quarta quinta-feira de novembro, um dia de saborearmos nossas conquistas.

 

Histórico: Momento de expressar a gratidão

Encontramos relatos de comemorações e festas, expressando a alegria e a gratidão pelas colheitas, desde os povos antigos. Na época medieval, eram organizados festivais da colheita. Porém o Dia de Ação de Graças, propriamente dito, nasceu nos Estados Unidos.

Um grupo de ingleses, fugindo de perseguição religiosa, se estabeleceu nos Estados Unidos, no atual estado de Massachusetts. Passaram por muitas dificuldades pela escassez de recursos e desconhecimento da nova realidade. Aprenderam com os nativos a cultivar a terra, especialmente o cultivo do milho.

Em 1621 fizeram a primeira colheita. E foi abundante. Reuniram-se para agradecer a Deus por esta colheita. Esta celebração se tornou costume e foi se ampliando até ser proclamado o Dia Nacional de Ação de Graças pelo presidente americano George Washington. É celebrado na quarta quinta-feira do mês de novembro.

Também no Brasil, desde 1949, foi instituído o Dia de Ação de Graças. A lei foi regulamentada em 1965 pelo presidente Castelo Branco, e se celebra também na quarta quinta-feira de novembro.

O Thanksgiving é um dos feriados mais importantes dos Estados Unidos. É uma festa familiar e se preserva a tradição de preparar comidas similares às que aqueles primeiros colonos tinham disponível: peru (consumido por cerca de 90% de americanos), purê de batatas, milho cozido, torta de maçã...

Entre nós, o Dia de Ação de Graças é uma celebração mais comunitária, religiosa ou não, e não se refere somente à colheita dos frutos da terra, mas é uma expressão de gratidão por todas as conquistas obtidas durante o ano.

FONTE: http://www.mundojovem.com.br/datas-comemorativas/dia-de-acao-de-gracas

Dia de Ação de Graças: o feriado favorito nos EUA

Menina com um chapéu de imigrante peregrina inglesa comendo purê de batata (AP Images)

Vestida como uma imigrante peregrina inglesa, uma menina saboreia purê de batata no Centro da Criança Montessori, em Wheeling, Virginia Ocidental.
Washington — O Thanksgiving (Dia de Ação de Graças) nos Estados Unidos é um dia para se reunir com a família e amigos, partilhar uma refeição tradicional e expressar gratidão pelas coisas boas da vida. Também pode ser uma oportunidade de ajudar as pessoas na comunidade.
Celebrado na quarta quinta-feira de novembro, o Dia de Ação de Graças tem suas origens nos festivais de colheita. Expressar gratidão por uma colheita abundante era costume tanto nas culturas dos peregrinos que partiram da Inglaterra em 1620 como dos nativos americanos que encontraram.
A celebração da colheita de três dias realizada em 1621 na colônia de Plymouth (hoje parte de Massachusetts) é geralmente considerada o primeiro Dia de Ação de Graças americano. Os imigrantes peregrinos ingleses haviam chegado no ano anterior a bordo do navio Mayflower. Eles não haviam trazido comida suficiente, e era tarde demais para plantar. Metade da colônia morreu durante o inverno de 1620-1621. Na primavera, os índios Wampanoag locais ensinaram os colonos a cultivar milho e outras culturas, e os ajudou a aprender a caçar e pescar. Eles também mostraram aos colonos como cozinhar cranberries (mirtilo ou uva-do-monte), milho e abóbora.
Os colonos tiveram colheitas abundantes no outono de 1621. Eles convidaram os seus benfeitores Wampanoag para saborear perus selvagens, patos, gansos, peixes e mariscos, milho, verduras e frutas secas. Massasoit, cacique da tribo Wampanoag, e sua tribo levaram carne de veado.
Os festivais de colheita tornaram-se um evento regular na Nova Inglaterra. O Dia de Ação de Graças foi observado em diversas datas nos estados até 1863, quando o presidente Abraham Lincoln proclamou a última quinta-feira de novembro como feriado nacional de Ação de Graças. Em 1941, o presidente Franklin Roosevelt assinou uma lei que determinava que o Dia de Ação de Graças caísse na quarta (nem sempre na última) quinta-feira, em novembro.
 
REUNINDO E AJUDANDO

Mulher preparando os perus assados para servir (AP Images)
Uma mulher inspeciona uma forma cheia de perus na Associação Neighborhood House em Calexico, Califórnia, onde centenas de refeições são servidas às famílias carentes a cada Thanksgiving.
Muitas tradições do Thanksgiving são oriundas dessa celebração da colheita em 1621. Feixes de trigo ou de milho são muitas vezes usados como decoração. Peru assado, molho de mirtilo, batata doce e torta de abóbora são comumente servidos na ceia nesse dia. Mas enquanto a população dos EUA vai se tornando mais diversificada, o mesmo acontece com a refeição de Ação de Graças. Hoje em dia, ao lado do peru pode estar um prato de tamales, tabule, cuscuz ou chucrute.

As universidades servem uma refeição especial para os alunos remanescentes no campus durante o Dia de Ação de Graças, e os estudantes internacionais são muitas vezes convidados a partilhar esse dia com as famílias locais. Uma refeição de Ação de Graças é servida aos soldados americanos no exterior. Quando os americanos em casa sentam-se à mesa e dão graças, muitas vezes expressam gratidão por sua liberdade e pelos sacrifícios feitos para preservá-la.
Muitas pessoas preparam as refeições de Thanksgiving e as servem aos necessitados. Outros doam para campanhas de alimentos, ou trabalham em armazéns de alimentos ou entregam mantimentos para cozinhas comunitárias, igrejas e outros grupos de caridade.
Thanksgiving é o período mais movimentado de viagens do ano porque as famílias fazem um esforço especial para estar juntos. Alguns passatempos favoritos incluem assistir à cobertura televisiva do desfile anual da loja de departamento Macy’s de Nova York e aos jogos de futebol americano realizados em todo o país. O dia de Ação de Graças marca o início da temporada de compras de Natal, um momento importante para os varejistas dos EUA.
Uma tradição inusitada de Ação de Graças é a cerimônia anual do presidente dos EUA de “perdão” ao peru, que poupa a ave da mesa de jantar. O pássaro passa a viver sua vida em um zoológico.
 
NATIVOS AMERICANOS
 
A celebração da colheita de 1621 foi seguida por um longo período de injustiça e conflito entre nativos americanos e europeus. Muitos nativos americanos nos Estados Unidos veem o Thanksgiving como um “dia de luto nacional”. No entanto, outros desfrutam de uma refeição de Ação de Graças tradicional em casa ou em reuniões de grande porte da comunidade tendo a oportunidade de passar um dia com a família e amigos. A cada ano no sul da Califórnia, o grupo Morongo Band da tribo indígena Mission doa milhares de perus para instituições de caridade e famílias necessitadas.
A história e a cultura dos nativos americanos são frequentemente discutidas nas escolas na época do feriado de Ação de Graças e durante o mês de novembro, que é o Mês Nacional do Patrimônio do Índio Americano.
 
Por Louise Fenner | Redatora | 21 de novembro de 2011

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FONTE: http://iipdigital.usembassy.gov/st/portuguese/article/2011/11/20111121091856x0.8329388.html#axzz2lU9JxeT7

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