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23 de maio de 2013

Quatro tarefas diárias para acompanhar a vida escolar do seu filho


É hora de criar uma rotina de acompanhamento das atividades escolares de seu filho. São procedimentos diários, mas para que deem certo, é preciso segui-los com tranquilidade, prazer e real interesse.

1.       Veja se há lição de casa e coloque-se à disposição para ajudar;

2.       Pergunte sobre o que seu filho aprendeu na escola naquele dia;

3.       Converse sobre a escola, colegas de classe e professores;

4.       Folheie os cadernos e livros e verifique se os exercícios propostos estão sendo feitos, se há conteúdos anotados nos cadernos.

 Estas são atitudes que farão a diferença no desempenho escolar de seu filho e no interesse dele pela escola. Afinal, você está mostrando a importância que as coisas da escola têm ao se interessar verdadeiramente por elas.

 Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/blogs/jogo-rapido-educacao/ensino-fundamental-1/crie-uma-rotina-para-acompanhar-a-vida-escolar-do-seu-filho/

 Extraído do Blog: Cantinho da Ana
http://professoraencantada.blogspot.com.br/2012/05/quatro-tarefas-diarias-para-acompanhar.html

1 de abril de 2013

Fingir estar doente e faltar à aula

 
Você já deve ter visto que algumas criança têm resistência a idéia de ir para a escola. Algumas crianças vão de boa vontade ao local de ensino, já outras apresentam dificuldades em aceitar o fato de que precisa estudar. E é preciso estudar bem as causas dessa resistência, já que o seu filho pode começar a inventar maneiras de fugir da escola, como por exemplo, fingir que está doente.
Além de estar sempre atenta a situação de saúde do filho, a mãe deve prestar atenção se o stress da ida à escola não está deixando o seu filho realmente doente. Algumas vezes isso pode ser fingimento, mas outras vezes pode ser realidade e você precisa estar atenta para poder diferenciar as duas situações.
E não pense que é raro as crianças se fingirem de doentes para fugirem da escola. Você certamente ouvirá essa queixa de muitas outras mães. Geralmente esse comportamento é mais comum entre as crianças que tem entre cinco e dez anos. A criança não age assim todas as vezes por maldade ou por ser levada. A criança pode se sentir paralisada de uma tal maneira que só a segurança do lar a reconforte.
Se esse for o caso do seu filho, não se desespere já que os sintomas são muito fáceis de serem tratados e por vezes você nem precisa recorrer a ajuda de um profissional. Há casos em que esses sintomas são passageiros e geralmente aparecem no inicio da vida letiva da criança ou quando há mudança de escola ou de cidade.
As queixas mais comuns : dor de cabeça, dor de garganta, dor de barriga, enjôos, e dor de estômago.
Se esse for o caso do seu filho, insista para que ele vá a escola, mesmo que diga que está doente. Só assim ele poderá se acostumar a esse novo ambiente e poder sarar dos sintomas do medo de ir a escola. Você notará que a freqüência das queixas de doenças vão aos poucos desaparecendo.
As queixas mais comuns dos pais ouvirem é que as crianças estão com dor de cabeça, garganta ou enjoadas e com o estômago também dolorido. Esses sintomas aparecem na hora que você os chama para ir ao colégio e desaparecem logo depois e voltam a surgir no dia seguinte. É muito comum a criança fazer manha exagerada e se negar a sair de casa.
Esses sintomas também podem aparecer depois de um longo período de convivência da mãe com o filho, como por exemplo, depois de feriados, finais de semana ou férias em que o filho fica o dia todo com a mãe e não quer abandonar esse conforto.
Casos esses sintomas persistam, é bom procurar a ajuda de um especialista para poder te orientar e pode também trabalhar no foco do problema e descobrir porque a criança tem medo de ir ao colégio. O que não pode acontecer, em hipótese alguma é você deixar com que seu filho falte as aulas ou deixe esse medo o dominar.
 
Saiba mais sobre o tema em: – Boa Saúde UOL
 

11 de abril de 2012

A importância da leitura e literatura infantil

 

Renata Junqueira de Souza
 
A importância da leitura e literatura infantil na formação das crianças e jovens

A infância é o melhor momento para o indivíduo iniciar sua emancipação mediante a função liberatória da palavra. É entre os oito e treze anos de idade que as crianças revelam maior interesse pela leitura. O estudioso Richard Bamberger reforça a idéia de que é importante habituar a criança às palavras. "Se conseguirmos fazer com que a criança tenha sistematicamente uma experiência positiva com a linguagem, estaremos promovendo o seu desenvolvimento como ser humano."
Inúmeros pesquisadores têm-se empenhado em mostrar aos pais e professores a importância de se incluir o livro no dia-a-dia da criança. Bamberger afirma que, comparada ao cinema, ao rádio e à televisão, a leitura tem vantagens únicas. Em vez de precisar escolher entre uma variedade limitada, posta à sua disposição por cortesia do patrocinador comercial, ou entre os filmes disponíveis no momento, o leitor pode escolher entre os melhores escritos do presente e do passado. Lê onde e quando mais lhe convém, no ritmo que mais lhe agrada, podendo retardar ou apressar a leitura; interrompê-Ia, reler ou parar para refletir, a seu bel-prazer. Lê o que, quando, onde e como bem entender.
Essa flexibilidade garante o interesse continuo pela leitura, tanto em relação à educação quanto ao entretenimento.
A professora e autora Maria Helena Martins chama a atenção para um contato sensorial com o objeto livro, que, segundo ela, revela "um prazer singular" na criança. Na leitura, por meio dos sentidos, a criança é atraída pela curiosidade, pelo formato, pelo manuseio fácil e pelas possibilidades emotivas que o livro pode conter. A autora comenta que "esse jogo com o universo escondido no livro "pode estimular no pequeno leitor a descoberta e o aprimoramento da linguagem, desenvolvendo sua capacidade de comunicação com o mundo.
Esses primeiros contatos despertam na criança o desejo de concretizar o ato de ler o texto escrito, facilitando o processo de alfabetização. A possibilidade de que essa experiência sensorial ocorra será maior quanto mais freqüente for o contato da criança com o livro.
Às crianças brasileiras, o acesso ao livro é dificultado por uma conjunção de fatores sociais, econômicos e políticos. São raras as bibliotecas escolares. As existentes não dispõem de um acervo adequado, e/ou de profissionais aptos a orientar o público infantil no sentido de um contato agradável e propício com os livros.
Mais raras ainda são as bibliotecas domésticas. Os pais, quando se interessam em comprar livros, muitas vezes os escolhem pela capa por falta de uma orientação direcionada às preferências das crianças.
É de extrema importância para os pais e educadores discutir o que é leitura, a importância do livro no processo de formação do leitor, bem como, o ensino da literatura infantil como processo para o desenvolvimento do leitor crítico.
Podemos tomar as orientações da professora Regina Zilberman, estudiosa em literatura infanto-juvenil e leitura, como forma de motivarmos as crianças e os jovens ao hábito de ler: abordar as relações entre a literatura e ensino legitimando a função da leitura, sugerindo livros, assim como atividades didáticas, a fim de alcançar o uso da obra literária em sala de aula e nas suas casas com objetivos cognitivos, e não apenas pedagógicos; considerar o confronto entre a criação para crianças e o livro didático, tornando o último passível de uma visão crítica e o primeiro ponto de partida para a consideração dos interesses do leitor e da importância da leitura como desencadeadora de uma postura reflexiva perante a realidade.
Assim, com relação à leitura e à literatura infantil, pais e professores devem explorar a função educacional do texto literário: ficção e poesia por meio da seleção e análise de livros infantis; do desenvolvimento do lúdico e do domínio da linguagem; do trabalho com projetos de literatura infantil em sala de aula, utilizando as histórias infantis como caminho para o ensino multidisciplinar.
Estratégias para o uso de textos infantis no aprendizado da leitura, interpretação e produção de textos também são exploradas com o intuito final de promover um ensino de qualidade, prazeroso e direcionado à criança. Somente desta forma, transformaremos o Brasil num país de leitores.

Renata Junqueira de Souza é PhD em Literatura e Educação e professora do Departamento de Educação da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UNESP - Universidade Estadual de São Paulo, onde coordena o Núcleo Lúdico de Pesquisa e Extensão.
Email para contato: renataecia@stetnet.com.br
Artigo extraído da revista Comunicação e Cultura, editado pela Editora Paulus - abril/maio de 2003.

22 de setembro de 2011

Brinquedos x desenvolvimento: excelente dupla

BRINQUEDOS AJUDAM NO DESENVOLVIMENTO
 

Howard Gardner, professor de educação da universidade de Harvard (EUA), desenvolveu uma teoria, dividindo o conhecimento em oito inteligências que bem planejadas e aplicadas, auxiliam a criança a despertar seus talentos.

Confira no quadro abaixo os brinquedos que podem ajudar seu filho a desenvolver esses oito tipos de inteligências.




O desenvolvimento da criança até um ano

O desenvolvimento intelectual é um processo que começa desde o nascimento da criança (e, possivelmente, antes). Ao nascer, um bebê apresenta comportamentos simples e também alguns reflexos. Ele necessita de toda a atenção e cuidados do adulto, pois sozinho ele não sobreviveria.

É importante se atentar, pois o período que vai do nascimento à aquisição da linguagem é marcado por um extraordinário e complexo desenvolvimento da mente. O bebê progressivamente aumenta o autocontrole do seu próprio corpo e sentimentos. Assim, ele, conseguirá pouco a pouco lidar com as demandas da vida.

A melhor maneira de propiciar o desenvolvimento motor, social, emocional e cognitivo das crianças é através da companhia dos pais e educadores. Estimular este desenvolvimento brincando é a melhor opção.

Veja algumas dicas de estimulação:


_ 1º. mês - Converse ou cante para o bebê. O som da voz é aconchegante e lhe transmite segurança. Faça massagem estimulando cada parte do corpinho dele: pés, mãos, costas, rosto. Pode se colocar uma música suave e revelar, através do contato físico, os sentimentos por ele pois, o toque das mãos transmitirá amor, carinho e segurança.



_ 2º mês - Apresente objetos grandes e coloridos para que ele possa brincar e tentar alcançá-los com as mãos. Junto ao berço coloque móbile colorido dentro de seu campo visual.



_ 3º. mês - Cante, faça gestos e expressões faciais. O bebê tentará imitá-la e responderá aos estímulos com sorrisos e ruídos. Estimule o tato do bebê com objetos de diferentes texturas. Ex.: passe no pezinho ou na mão dele uma pluma e observe as reações; encoste em sua mãozinha algo áspero e depois macio. Coloque-o sentado no bebê-conforto ou no sofá apoiado por almofadas.



_ 4º. mês - Conte histórias curtas e imite o barulho dos animais com diferentes tons de voz. O bebê tentará imitar . Jogue brinquedos (bolas, dados) para ele tentar pegar. O bebê reconhece a voz e irá olhar na direção de quem está falando.



 _ 5º. mês - Durante o banho do bebê brinque com a água e relate o que está fazendo. Deixe-o brincar com brinquedos macios, como mordedores, pois tudo que pega leva à boca. Coloque músicas de diferentes ritmos e dance com ele. Espalhe brinquedos ao redor do bebê e o deixe brincando no chão.



_ 6º. mês - Durante as refeições relate ao bebê o que está comendo. Mostre os alimentos. Pode se convidá-lo a passear e ele estenderá os bracinhos. Imite o barulho dos animais e objetos, como gatos, telefone, estimulando-o a fazer o mesmo. Ao ar livre deixe-o próximo a árvores, para que ele observe o balanço e barulho das folhas.



_ 7º. mês - Dê brinquedos que façam barulho, coloridos, de diferentes formas e tamanhos. Coloque-os próximos ao bebê e estimule-o a buscá-los. Ensine-o a dar "tchau". Em pouco tempo repetirá os seus gestos. No banho, disponibilize brinquedos que flutuem para estimular a percepção e curiosidade.



_ 8º. mês - Durante o banho mostre livrinhos apropriados e deixe-o manuseá-lo. Será uma grande diversão. Brinque de esconde-esconde com uma toalha ou cortina, o bebê baterá palmas de alegria. Deixe que o bebê jogue objetos no chão. Ele repetirá inúmeras vezes este movimento, assim estará criando a noção de causa e efeito. Conte histórias, mostrando as imagens do livro.



_ 9º. mês - Deixe perto do bebê brinquedos grandes e coloridos. Ensine-o a empilhálos e encaixá-los. Quando estiver com o bebê, relate tudo o que irá fazer. Ele começará a repetir sílabas. Deixe-o tocar em cachorros e gatos e converse sobre estes animais. Imite o barulho dos mesmos.



_ 10º. mês - Converse com o bebê e dê alternativas. Por exemplo: Quer o urso ou a bola. Mostre. Assim ele apontará o que quer e muitas vezes irá chorar se não for atendido. Dance e cante com ele no colo, ele tentará imitar a coreografia e soltará seus monossílabos. Dê-lhe um telefone de brinquedo. Assim, estará incentivando a linguagem do bebê. Leve-o a praças e parques e deixe-o interagir com outros bebês e outras crianças.



_ 11º. mês - Participe das brincadeiras do bebê. Deixe à mão objetos que possam ser colocados e retirados de uma caixa ou balde. No banho coloque objetos que possam ser preenchidos com água e depois esvaziados. Leve-o a parques e brinque com ele em escorregadores e balanços. Chame a atenção dele para objetos e animais conhecidos e também para as novidades. Estimule-o a beber água em copinhos ou com auxílio de canudinhos.



_ 12º mês - Cante e conte histórias. Disponibilize livros e revistas para manusear. Incentive-o a comer sozinho e a guardar brinquedos. Ele já entende ordens curtas, portanto explique tudo a ele: o que está fazendo, aonde vai etc... Brinque de "esconde-esconde" ou "pega-pega". Jogue bola com ele.

  

Virginia Bedin/
Especial para o Terra



FONTE: CENTRO MUNICIPAL DE ESTUDOS E PROJETOS EDUCACIONAIS JULIETA DINIZ - CEMEPE.

A escolha certa de brinquedo para cada idade

BRINQUEDO APROPRIADO PARA CADA IDADE



KAREN KAUFMANN SACCHETTO





Existem brinquedos apropriados para cada faixa etária da criança. É sempre importante observar essa indicação na embalagem do brinquedo.

A regra geral para manter a segurança do seu filho é nunca adquirir brinquedos

que tenham partes destacáveis (como olhos de bichinhos de pelúcia) ou ainda com parte pontiagudas e pequenas (uma dica é: sempre compre brinquedos que tenham peças maiores do que o pulso da criança). Cordinhas para puxar brinquedos também não são recomendadas.

Veja, de acordo com a pedagoga Karen Kaufmann Sacchetto, as etapas pelas quais os bebês passam e o brinquedo ideal para cada faixa etária:



_ Brinquedos para recém-nascidos até 01 mês e ½

O bebê ainda não consegue segurar objetos intencionalmente. Só por reflexos. Nesta fase é importante estimular os sentidos cantando, abraçando e acariciando o bebê. Exagere nas fisionomias bem próximo ao rosto da criança. Demonstre alegria e satisfação.



 _ Brinquedos para crianças de 2 a 4 meses

Nesta fase o bebê passa deste estado de quase inércia para as primeiras reações intencionais. Ele diverte-se quando é levado ao alto e gosta, ainda, de fixar o olhar em objetos atraentes e coloridos.

 Sugestões de brinquedos:

Brinquedos com texturas e formatos de fácil manipulação

Móbiles

Brinquedos que emitam sons (com guizos em seu interior, por exemplo)



 _ Brinquedos para crianças de 5 a 7 meses

A criança já consegue ficar mais tempo fixando um objeto. Volta-se para a direção de onde vem algum som. O bebê já emite alguns ruídos com o intuito de chamar atenção. Aos 07 meses já atende se for chamado pelo nome.

Sugestões de brinquedos:

Tapetes de atividades com sons e espelho, pois aqui o bebê já é capaz de se reconhecer.

Brinquedos que emitam sons.



 _ Brinquedos para crianças de 8 a 10 meses

A criança já pode interagir com jogos simples e buscar por algum objeto de desejo. Gosta de bichinhos de pelúcia e bonecos. Livros plásticos para o banho também são uma ótima pedida. Tudo muito colorido.

 Sugestões de brinquedos:

Livrinhos de banho

Jogos de interação do tipo que se aperta algum botão e há emissão de som

Bichos de pelúcia e bonecos



_ Brinquedos para crianças de 11 meses a 01 ano

A linguagem está em pleno desenvolvimento. Já consegue concentrar-se por um pequeno período de tempo ouvindo uma história. Repete tudo o que escuta. Gosta de reproduzir as palavras que aprendeu com o telefone ao ouvido. Quando consegue equilibrar-se bem a bola também é um elemento inseparável.

Sugestões de brinquedos:

Livros com grandes figuras e pouco texto que retratem objetos de seu dia-a-dia: mamãe, papai, carro, mamadeira, etc.

Livros com fotos ou desenhos de bichinhos

Telefones

Bolas



_ Brinquedos para crianças de 01 ano a 1 ano e ½

Imita sons e reconhece objetos. Adora brincar de espalhar e guardar tudo. Claro que a eu modo.

Sugestões de brinquedos:

Caixote com objetos de formas geométricas.

Cubos, círculos e triângulos de plástico ou feltro

Potes e tampas

Panelinhas



_ Brinquedos para crianças de 01 ano e ½ a 2 anos

A criança já reconhece algumas cores e formas. Sabe procurar e encontrar objetos que guardou. Gosta de brinquedos que possa empurrar, puxar, encaixar e explorar com os dedos. Adora tentar descobrir como as coisas funcionam.

Sugestões de brinquedos:

Brinquedos de montar

Bichinhos de plástico

Cubos com formas vazadas para encaixar peças similares

Carrinhos e caminhões

Chaves



_ Brinquedos para crianças de 02 anos a 2 anos ½

Após os 02 anos a criança começa a descobrir o prazer em brincar com o outro. O egocentrismo começa a sair de cena e então começa o processo de socialização. Até os 02 anos e ½ a criança assimila centenas de palavras em pouco tempo. Já é capaz de construir frases simples completas. Reconhece cores e formas. Compreende perfeitamente o significado da palavra "NÃO". Classifica formas, cores e espessuras.

Sugestões de brinquedos:

Blocos lógicos - encontrados em lojas de brinquedos educativos. Possui quadrados, círculos, triângulos e retângulos nas cores primárias, com diferentes tamanhos e espessuras

Blocos de madeira com diferentes formas e tamanhos para fazer torres e pequenas construções.



_ Brinquedos para crianças de 03 anos

Nesta fase, papais e mamães precisam ter bastante disponibilidade para responder a todos os questionamentos da criança - Como? Quando? E a preferida: Por quê?

- Apesar da linguagem ainda estar em desenvolvimento, seu vocabulário já é bastante extenso.

Consegue comunicar-se com perfeição. Sua coordenação fina está mais segura. É nesta fase que a lateralidade (destra ou canhota) normalmente se define.

Sugestões de brinquedos:

Cubos de tecido, onde cada lado existe um treino motor como zíperes, botões e ganchos para abrir e fechar.

Cubos com tamanhos decrescentes e que encaixam-se um dentro do outro, para serem empilhados.



_ Brinquedos para crianças de 04 anos

Agora a criança apresenta maior coordenação global e consequentemente coordenação fina. Começa a se interessar por brincadeiras coletivas e demonstra maior equilíbrio.
Sugestões de brinquedos:

Jogos em equipe com uso de bola e bastões

Bicicleta

Trabalhos manuais, com tesoura de ponta redonda e sob supervisão de adultos.



_ Brinquedos para crianças de 05 anos

Destreza e motricidade já bem definidas. Descobre a satisfação em tentar resultados diferentes e conseguir realizar trabalhos esteticamente bonitos. A gama de opções cresce bastante. Torna-se mais sociável, descobrindo o prazer de brincar em grupo.

Sugestões de brinquedos:

Modelagem em massinha, argila ou gesso

Canetas e caderno de desenho

Quebra-cabeças

Pular corda

Jogos coletivos com regras e objetivos mais elaborados



_ Brinquedos para crianças de 06 anos

A criança já é capaz de realizar diversas tarefas sozinha: troca-se, escova os dentes, dá laço em tênis. Bastante independente, já conhece a função de cada objeto. Surge um interesse maior por jogos eletrônicos e computador.

Há bastante polêmica neste sentido, mas é preciso saber dosar, pois são tecnologias que fazem parte do nosso cotidiano moderno e também muito ricas para desenvolvimento de raciocínio e estratégia. É preciso no entanto impor limite no uso deles e também serem criteriosos em sua escolha, provendo aspectos educativos.

Sugestões de brinquedos:

Jogos eletrônicos

Jogos em computador

Bonecos e bonecas

Palavras cruzadas

Jogos com figuras e letras que representem a letra inicial do objeto



_ Brinquedos para crianças de 7 a 9 anos

Raciocínio lógico pode ser usado quase em sua totalidade, permitindo o trabalho com jogos de estratégias simples.

Sugestões de brinquedos:

Jogo da velha

Jogo de damas

Trilha



_ Brinquedos para crianças de 10 a 12 anos

Pensamento lógico desenvolvido em sua plenitude, pode-se usar jogos mais complexos e estratégias que necessitem de abstração.

Sugestões de brinquedos:

Batalha naval

Jogos de tabuleiro que forcem cálculos, previsões, custos e lucros

Jogos de conhecimento geral com perguntas e respostas das mais diversas áreas de conhecimento.



FONTE: CENTRO MUNICIPAL DE ESTUDOS E PROJETOS EDUCACIONAIS JULIETA DINIZ - CEMEPE

15 de agosto de 2011

Conhecendo melhor... características do mini-maternal (01 a 03 anos)



 É nos primeiros anos de vida que a criança desenvolve o andar o falar e o pensar, sendo que o andar, se desenvolve geralmente, no primeiro ano de vida.

O controle do desenvolvimento motor acontece de cima para baixo. A criança controla o olhar, os movimentos do pescoço, do tronco, senta, engatinham e por fim põe-se de pé. Está ávida para explorar o universo ao redor, pois agora se movimenta com maior facilidade e certa agilidade e, graças a esta exploração, desenvolve o seu conhecimento físico, lógico matemático e cognitivo, pois exercita a cada movimento, a capacidade de seriação e classificação, construindo as primeiras noções de número e estruturando cada vez mais a noção de espaço tempo. Ao ver o mundo de forma mais ampla, anda de um lado a outro, toca tudo, experimenta o que pode e o que não pode, deixando todos agitados, correndo atrás. Nesta etapa do desenvolvimento motor, gosta de puxar, carregar, empurrar e arrastar objetos e realiza atividades domésticas com imenso prazer (varrer, tirar pó). Também está adquirindo destreza no manejo com os talheres e sente prazer em comer sozinha, por isso, muitas vezes rejeita o auxílio do adulto. A criança deve sempre ser estimulada a concluir a tarefa que começou e devemos incentivá-la a não desistir facilmente, pois desta forma estaremos fortalecendo sua independência e auto-estima.
O desejo de explorar, experimentar, descobrir, juntamente com a necessidade de colocar-se a prova, para perceber suas capacidades e limitações, o que podem ou não fazer para controlar seu mundo, para se afirmar, sem a interferência do outro, buscando agir individualmente, faz desta etapa o período dos tombos, trombadas e arranhões. Como ainda não estão com o equilíbrio e o freio inibitório completamente formado, mas querem vivenciar todos os espaços disponíveis, são comuns alguns tropeços, escorregões, desequilíbrios e encontrões nos colegas e até paredes. A criança possui uma grande necessidade de explorar todos os espaços disponíveis, manipular objetos e de exercitar o próprio corpo. Tende a fazer tudo sozinha e ignora a necessidade de um auxílio adulto, ainda assim, é preciso que o adulto perceba a importância de estar ao lado da criança, acompanhando tudo o que ela está fazendo, mesmo que não necessite ajudá-la.
Como em um passe de mágica, a criança começa a falar. É no segundo ano de vida onde a criança que rapidamente aprende palavras e mais palavras, sendo capaz de aprender duas palavras novas por dia. Ela conversa, interage, participa e pouco a pouco vai juntando uma palavra à outra, formando frases e então começa a elaborar idéias e pensamentos, entram então, na fase dos porquês, as perguntas e questionamentos são constantes e, geralmente, usam “Por quê?” e o “Quisso?” (Que é isso?), também costumam repetir muito, a fala dos adultos ao redor. Curiosa, possui inúmeros questionamentos que, não devem ficar sem respostas, pois a curiosidade é o fator essencial para que aconteça o aprendizado e com isso, a criança se desenvolva.
A criança vive em um “estado” egocêntrico (acredita que o mundo vive em torno dela), e progressivamente busca socializar-se, quando começa a perceber que ela é um ser à parte, diferente dos outros, surge à fase de se contrapor, o momento dos nãos. Segundo Piaget, a criança se expressa através do jogo simbólico, ou seja, transforma a realidade em função dos seus desejos e fantasias. Neste período surgem às primeiras disputas e desentendimentos que, geralmente, são resolvidos com mordidas, empurrões e tapas. A raiva some assim que a ação é realizada, pois estas atitudes são usadas como uma forma de “espantar” o colega, em seguida as crianças voltam a brincar novamente como se nada tivesse acontecido. A criança está com isso, desenvolvendo o seu sentido de identidade, um eu social e uma personalidade independente, com um forte desejo de autonomia e afirmação, está elaborando regras e aprendendo o que é certo ou errado. Frequentemente sentem medos, que podem ser reais ou imaginários, sendo importante nestes momentos, fortalecer o vínculo afetivo de forma a estimular o emocional, pois é no convívio em grupo que a criança aprende a conviver de forma harmoniosa com o outro.
Segundo Piaget, nesta idade a criança encontra-se no período sensório motor, onde ainda não é capaz de formar imagens mentais, e o aprendizado se dá através da exploração com o meio. O princípio didático deve ser o da permissividade de ação da criança sobre o meio, ela vai andar, correr, tropeçar, levantar, se equilibrar, engatinhar, encaixar, enfileirar, empurrar, puxar, manipular, imitar. Como toda ação é uma tentativa de aprendizado, neste período empurrar, morder, chutar ou bater no colega, também será uma forma de dominar suas ações e explorar suas capacidades, por isso, em qualquer etapa do desenvolvimento infantil, temos que saber lidar com os limites e sempre orientar a criança para a atitude correta a ser tomada, é importante criar combinações, que por diversas vezes terão que ser relembradas até que a criança internalize e passe a compreendê-las melhor. No final deste período, a criança estará realizando a função simbólica (estágio pré-operatório), o que, entre outras coisas, permite-lhes desenvolver a linguagem e a representação de imagens, moderando as disputas e permitindo a aproximação do outro. Nesta etapa ficam rebeldes e determinados e acabam alternando momentos de timidez e de convivência intensa. Suas ações deixam de ser motoras e instintivas e surge o pensamento. Ela representa eventos internamente e, desse modo, torna-se capaz de planejas ações, antes de executá-las, embora seja capaz de pensar suas ações, ainda não é capaz de se colocar no lugar do outro e trocar seu ponto de vista. O ato mais espontâneo do pensamento é o jogo, e o pensamento da criança continua impregnado de tendências lúdicas até o final do período pré-operatório, por este motivo, a melhor forma de desenvolver o aprendizado dos pequenos, é através de brincadeiras.
Embora os conhecimentos das demais especialidades como psicologia, sociologia, medicina e outras, possam ser de grande valia para identificar os processos de desenvolvimento da criança e o universo infantil, apontando algumas características comuns de ser criança, elas permanecem únicas em suas individualidades e diferenças.


Autora:
Márcia O. Soares /Educadora Mini Maternal (01 A 03 ANOS)


Fontes:Qualidade em Ed., Infantil - Miguel Zabalza / O desenvolvimento da criança segundo Piaget / Os três primeiros anos da criança- Karl Konig / Psicologia e Educação: Desenvolvimento humano –Infância – Berta Ferreira e Bruno Ries (org) / Referencial Curricular para a Educação Infantil – MEC / Psicologias: uma introdução no estudo de psicologia – Ana Maria Bock

10 de agosto de 2011

Um giro pela psicomotricidade infantil...




9 de agosto de 2011

Muito, mas muito além das letras...

Aprendendo a linguagem que se escreve

A aquisição do sistema da escrita

De métodos tradicionais à construtivista

O processo histórico do domínio das letras

Histórias infatis e a aquisição da escrita

BOA LEITURA PARA APROFUNDAR OS CONHECIMENTOS!!!







16 de março de 2011

Fases da escrita e algumas dicas e sugestões importantes






 

15 de março de 2011

A importância da preparação na hora de contar histórias

Comportamento: adaptação (atenção aos pais e alunos)

A importância da adaptação escolar nos primeiros dias de aula

Adaptação escolar

10 de março de 2011

A evolução psicogenética

14 de outubro de 2010

Mensagem para reflexão...

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