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25 de outubro de 2011

Texto: Uma das Marias

Um dia, Maria chegou em casa da escola, muito triste.

— O que foi? — perguntou a mãe de Maria.

Mas Maria nem quis conversa. Foi direto para o seu quarto, pegou o seu Snoopy e se atirou na cama, onde ficou deitada, emburrada.

A mãe de Maria foi ver se Maria estava com febre. Não estava. Perguntou se estava sentindo alguma coisa. Não estava. Perguntou se estava com fome. Não estava. Perguntou o que era, então.

— Nada — disse Maria.

A mãe resolveu não insistir. Deixou Maria deitada na cama, abraçada com o seu Snoopy, emburrada. Quando o pai de Maria chegou em casa do trabalho a mãe de Maria avisou:

— Melhor nem falar com ela...

Maria estava com cara de poucos amigos. Pior. Estava com cara de amigo nenhum.

Na mesa do jantar, Maria de repente falou:

— Eu não valo nada.

O pai de Maria disse:

— Em primeiro lugar, não se diz “eu não valo nada”. É “eu não valho nada”. Em segundo lugar, não é verdade.Você valhe muito. Quer dizer, vale muito.

— Não valho.

— Mas o que é isso? — disse a mãe de Maria. — Você é a nossa querida. Todos gostam de você. A mamãe, o papai, a vovó, os tios, as tias. Para nós, você é uma preciosidade.

Mas Maria não se convenceu. Disse que era igual a mil outras pessoas. A milhões de outras pessoas.

— Só na minha aula tem sete Marias!

— Querida... — começou a dizer a mãe. Mas o pai interrompeu.

— Maria — disse o pai — você sabe por que um diamante vale tanto dinheiro?

— Porque é raro. Um pedaço de vidro também é bonito. Mas o vidro se encontra em toda parte. Um diamante é difícil de encontrar. Quanto mais rara é uma coisa, mais ela vale. Você sabe por que o ouro vale tanto?

— Por quê?

— Porque tem pouquíssimo ouro no mundo. Se o ouro fosse como areia, a gente ia caminhar no ouro, ia rolar no ouro, depois ia chegar em casa e lavar o ouro do corpo para não ficar suja. Agora, imagina se em todo o mundo só existisse uma pepita de ouro.

— Ia ser a coisa mais valiosa do mundo.

— Pois é. E em todo o mundo só existe uma Maria.

— Só na minha aula são sete.

— Mas são outras Marias.

— São iguais a mim. Dois olhos, um nariz...

—Mas esta pintinha aqui nenhuma delas tem.

— É...

— Você já se deu conta que em todo mundo só existe uma você?

— Mas pai...

— Só uma. Você é uma raridade. Podem existir outras parecidas. Mas você, você mesmo, só existe uma. Se algum dia aparecer outra você na sua frente, você pode dizer: é falsa.

— Então eu sou a coisa mais valiosa do mundo.

— Olha, você deve estar valendo aí uns três trilhões...

Naquela noite a mãe de Maria passou perto do quarto dela e ouviu Maria falando com o Snoopy:

— Sabe um diamante?


Luís Fernando Veríssimo, Folha de S. Paulo, Folhinha

 
FONTE: Colégio Adventista

Atividades bacaninhas...

TEXTO 1: “TODO MUNDO É IGUAL”


Existem pessoas de pele escuras e pessoas de pele clara, do mesmo jeito que existem maçãs vermelhas e maçãs verdes. Do mesmo jeito como existem flores brancas e flores vermelhas ou amarelas. São tipos diferentes.

No caso das pessoas, os tipos são chamados de raça. Desde que o mundo é mundo, existem três raças de pessoas: raça negra, raça amarela e raça branca.

Se na sua família, desde seus tataravôs e seus bisavôs e avôs até seus pais são de raça branca, você nasceu branco, de pele clara. Se toda sua família for da raça negra, você nasceu negro, de pele escura.

Mas se na sua família existem pessoas negras e pessoas brancas, você nasceu mestiço, misturado, parecido com essas duas raças.

Às vezes as pessoas brigam porque são de raças diferentes. Isso aconteceu faz pouco tempo nos Estados Unidos. Policiais brancos espancaram um homem negro. Por causa disso, os negros brigaram com os brancos. Os brancos brigaram com os amarelos. Todo mundo brigou com todo mundo.

Você acha isso certo? Você já viu as maçãs vermelhas brigarem com as maçãs verdes, só porque elas são de cores diferentes? E as flores, brigam umas com as outras porque são de cores diferentes?

O importante é que as pessoas são iguais, mesmo que mude a cor da pele. Todo mundo tem cabeça, corpo, tudo igual. As pessoas, como as maçãs e flores, nascem e morrem do mesmo jeito. Não é uma pena que não existam pessoas de outras cores? Que tal uma pessoa azul? De que outra cor você gostaria de ser?


Marile Felinto. Folhinha. São Paulo, 30/05/19926.


REDAÇÃO

Que tal uma pessoa azul?
É exatamente com esta pergunta que o texto chega ao final. Azul é, sem duvida, uma cor muito apreciada entre os homens. É a cor do céu, também do mar... E quando tudo vai bem na vida, costumamos dizer: “tudo azul”. Mas nascer azul num mundo de homens verdes pode ser um problema muito sério. Para quem é azul evidentemente. Está aí um problema, um desafio que você poderá resolver na elaboração de uma narrativa.


1- E como você sabe, as narrativas apresentam um problema que precisa ser solucionado. Isto porque a narrativa é transformação de estados. O fato de ser azul poderá ser um problema de seu personagem na FASE INICIAL da sua narrativa. Ela não é aceita pelas outras pessoas.

2- E existe um problema, a personagem terá de fazer alguma coisa para superá-lo. Através de AÇÃO TRANSFORMADORA, ele poderá vencer preconceitos e discriminações para, finalmente, ser aceito entre os homens. Seria esta a FASE INTERMEDIARIA d sua narrativa.


3- Ocorrendo a ação transformadora, o personagem poderá, finalmente, conseguir o seu desejo de viver em paz num mundo de homens verdes. Seria isso possível? Depende de você, afinal a história é sua.

Sugestão de estrutura narrativa simples, porém eficiente, na construção da sua história. Observe:

FASE INICIAL                          FASE INTERMEDIÁRIA                         FASE FINAL
Um problema                           Ação transformadora                              Solução do problema 

Nascer azul num                      Fazer alguma coisa para                        Viver em paz.
país de homens verdes.         solucionar o problema.  

                                                                     

 
Estas perguntas poderão ajudá-lo na organização da sua narrativa.
Situação negativa                                                                                     Situação positiva                 

 FASE INICIAL                           FASE INTERMEDIÁRIA                          FASE FINAL
1- Como era o homem             1- O que fez o personagem para            1- Os homens verdes 
 azul?                                           resolver a sua incômoda situação?        acabaram aceitando 
                                                                                                                         o homem azul?
                                               
2- Por que nasceu                                                                                          2- Como isso assim?                                                                                                             ocorreu ?                        

                                                                                                                      
3- Como era tratado pelos                                                                            3- E depois como tudo
homens verdes?                                                                                              ficou?


TEXTO 2: “MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA”

Era uma vez uma menina linda, linda. Os olhos dela pareciam duas azeitonas pretas, daquelas bem brilhantes. Os cabelos eram enroladinhos e bem negros, feitos fiapos da noite. A pele era escura e lustrosa, que nem o pêlo da pantera negra quando pula na chuva.

Ainda por cima, a mãe gostava de fazer trancinhas no cabelo dela e enfeitar com laço de fita colorida. Ela ficava parecendo uma princesa das Terras da África, ou uma fada do Reino do Luar.

Do lado da casa dela morava um coelho branco, de orelhas cor-de-rosa, olhos vermelhos e focinho nervoso sempre tremelicando. O coelho achava a menina a pessoa mais linda que ele já tinha visto em toda a sua vida. E pensava:

__ Ah, quando eu casar quero ter uma filha pretinha e linda que nem ela...

Por isso, um dia ele foi até a casa da menina e perguntou:

__ Menina bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?

A menina não sabia, mas inventou:

__ Ah, deve ser porque eu caí na tinta preta quando era pequenina...

O coelho saiu dali, procurou um vidro de tinta preta e tomou banho nele. Ficou bem negro, todo contente. Mas aí veio a chuva e lavou todo aquele pretume, ele ficou branco outra vez.

Então ele voltou lá na casa da menina e perguntou outra vez:

__ Menina bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser pretinha?

A menina não sabia, mas inventou novamente:

__ Ah, deve ser porque eu tomei muito café quando era pequenina.

O coelho saiu dali e tomou tanto café que perdeu o sono e passou a noite fazendo xixi. Mas não ficou nada preto.

Então ele voltou novamente na casa da menina e perguntou novamente:

__ Menina bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?

A menina não sabia, mas inventou de novo:

__ Ah, deve ser porque eu comi muita jabuticaba quando era pequenina.

O coelho foi embora dali e se empanturrou de jabuticaba até ficar pesadão sem conseguir sair do lugar. O Maximo que conseguiu foi fazer muito cocozinho preto e redondo feito jabuticaba. Mas não ficou nadinha pretinho.

Por isso, daí alguns dias ele voltou lá na casa da menina e perguntou outra vez:

__ Menina bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?

A menina não sabia e já ia inventando outra coisa, uma história de feijoada, quando a mãe dela, que era mulata linda e risonha, resolveu se meter e disse:

__ Artes de uma avó preta que ela tinha...


Ana Maria Machado. Menina bonita do laço de fita.
São Paulo, Melhoramentos, 1986.


INTERPRETAÇÃO TEXTUAL


1- Que menina bonita! O texto começa descrevendo essa menina linda com laço de fita. Descrever é apresentar qualidades, revelar características, fazer comparação, tudo para criar uma imagem que possa “mostrar” como é afinal o elemento descritivo. Veja o processo utilizado e depois complete, no seu caderno, o quadro apresentado.

Elemento a ser descrito  / Suas qualidades  / Comparações:

Cabelos - enroladinhos / bem negros  / feitos fiapos da noite

Pele -                          /                   /
Olhos                        /                   /


2- Ainda por cima a mãe fazia trancinhas no cabelo dela e enfeitava com de fita colorida. Com quem ela ficava parecida?





3- Depois da descrição da menina bonita, quem é o personagem descrito? Quais são os elementos descritos? E como são descritos?



4- O coelho branco achou a menina pretinha à pessoa mais linda que ele tinha visto em toda a vida. Por isso ele tinha um desejo. Qual era esse desejo?




5- O coelho branco pergunta então qual era o segredo da menina para ser tão pretinha. A menina lhe diz a verdade? Por quê?



6- O que o coelho fazia a cada resposta que obtinha da menina? Ele conseguia a transformação pretendida?



7- Quantas vezes o coelho tenta ficar pretinho e não consegue? E o que fez em cada tentativa?



8- Esta narrativa pode ser dividida em cinco partes. Observe os nomes que vamos dar a elas:

1ª parte: o desejo
2ª parte: a pergunta
3ª parte: a resposta
4ª parte: a experiência
5ª parte: o resultado


Observe o quadro abaixo e, baseado na primeira situação, complete:
 
1-Tentativas          2- Desejo          3- Pergunta          4- Resposta          5- Experiência          6- Resultado

(1) 1ª O coelho branco queria ter uma filha que nem a menina. (2)... Qual é o teu segredo para ser tão pretinha? (3) ... Caí na tinta preta quando era pequenina. (4) O coelho tomou um banho de tinta preta. (5)Veio uma chuva e lavou todo aquele pretume.

Continue como o exemplo acima.

 
(1) 2ª ______________________________ (2) _______________________________ (3) ___________________ (4) ___________________________ (5) ___________________

(1) 3ª ______________________________ (2) _______________________________ (3) ___________________ (4) _________________________ (5) _____________________

 
9- E o coelho não desiste mesmo! Ia perguntando outra vez e antes que a menina inventasse outra história, teve a sorte de a explicação da mãe da menina. Qual foi a explicação e o que ela significa?

10- Como o coelho deveria então agir para ter a sua desejada filha pretinha?






APROFUNDANDO OS CONHECIMENTOS






Como são as pessoas de cada raça


Raça negra: as pessoas da raça negra têm na pele uma grande quantidade de um pigmento, uma espécie de tinta, chamada melanina, que deixa a pele escura. O tom da pele delas vai do marrom ao preto. Os negros têm cabelo crespo, o nariz largo e lábios grossos. A África é o lugar do mundo onde existem mais negros.



Raça branca: as pessoas de raça branca têm a pele clara, em tons que vão do branco ao avermelhado. O cabelo delas é liso ou cacheado, e podem ser pretos, castanhos, loiros ou ruivos. Algumas têm olhos verdes ou azuis.



Raça amarela: as pessoas de raça amarela também têm pele clara, meio pálida. O cabelo delas é sempre preto e muito liso, escorrido. Os amarelos têm os olhos apertados, meio fechadinhos nos cantos. Os japoneses e os chineses são da raça amarela. A Ásia é o lugar do mundo onde existem mais pessoas da raça amarela.





ESCLARECENDO: Por que você se parece com seus pais?


Esse jeito, o tipo físico, que vai passando de pais para filhos, é chamado de herança genética. Nosso corpo é formado por pedacinhos bem pequenos de uma coisa chamada célula. Tão pequenos que só dá para ver no microscópio. Dentro da célula, estão os cromossomos. Quando uma célula se divide para formar outras novas, os cromossomos também se dividem. Cromossomos são filetes, fiozinhos, bem pequenos também. Dentro deles estão os genes, uma espécie de marca da pessoa que vai nascer. Os genes é que vão dizer se a pessoa vai ser da raça negra, amarela ou branca.





Folha de São Paulo (Folhinha), 30/05/1992.


Texto: Pontuação

No tal bazar encontraram os Sinais de Pontuação, arrumados em caixinhas de madeira, com rótulos na tampa. Emília abriu uma e viu só Vírgulas dentro.


__ Olhem que galanteza! __ Vírgulas, Vírgulas e mais Vírgulas! Parecem bacilos de cólera-morbo, que Dona Benta diz serem virgulinhas vivas. - Exclamou Emília.

Emília despejou um monte de Vírgulas na palma da mão e mostrou-as ao rinoceronte.

__ Essas Vírgulas servem para separar as Orações, as Palavras e os Números. Sevem também para indicar uma pausa na frase. A função delas é separar de leve. – Explicou ele.

Emília soprou um punhadinho de Vírgulas nas ventas de Quindim e abriu a outra caixa. Era a do Ponto-e-vírgula.

__ E estes, Quindim, estes casaizinhos de Vírgula e Ponto?

__ Esses também servem para separar. Mas separar com um pouco mais de energia do que a Vírgula sozinha.

Emília despejou no bolso de Pedrinho todo o conteúdo da caixa.

__ E estes aqui? – perguntou em seguida, abrindo a caixinha dos Dois-pontos.

__ Esses também servem para separar, porém com maior energia do que o Ponto-e-Vírgula.

Metade daqueles Dois-Pontos foram para o bolso do menino. Emília abriu uma nova caixa.

__ Oh, estes eu sei para que servem! – exclamou ela, vendo que eram Pontos Finais.

__ Estes separam duma vez, cortam. Assim que apareceu um deles na frase, a gente já sabe que a frase acabou. Finou-se...

Em seguida abriu a caixa dos Pontos de Interrogação.

__ Ganchinhos! – exclamou...

__ Conheço-os muito bem. Servem para fazer perguntas. São mexeriqueiros e curiosíssimos. Querem saber tudo quanto há. Vou levá-los de presente para a Tia Nastácia.

Depois chegou a vez dos Pontos de Exclamação.

__ Viva! – gritou Emília.

__ Estão cá os companheiros das Senhoras Interjeições. Vivem de olho arregalado, a espantar-se e a espantar os outros. Oh! Ah!!! Ih!!!

A caixinha da vez era a das Reticências.

__ Servem para indicar que a frase foi interrompida em certo ponto – explicou Quindim.

__ Não gosto de Reticências – declarou Emília.

__ Não gosto de interrupções. Quero todas as coisas inteirinhas – pão, pão, queijo, queijo – ali na batata! – e, despejando no assoalho todas aquelas Reticências, sapateando em cima.

__ Depois abriu outra caixa e exclamou com cara alegre:

__ Oh, estes são engraçadinhos! Parecem meias-luas...

Quindim explicou que se tratava dos Parênteses, que servem para encaixar numa frase alguma palavra, ou mesmo outra frase explicativa, que a gente lê variando o tom de voz.

__ E aqui, estes pauzinhos? – perguntou Emília, abrindo a última caixa.

__ São os Travessões, que servem no começo das frases de dialogo para mostrar que é uma pessoa que vai falar. Também servem dentro duma frase para pôr em maior destaque uma palavra ou uma Oração.

__ Que graça! – exclamou Emília.

__ Chamarem Travessões a umas travessinhas de mosquito deste tamanhinho! Os gramáticos não possuem o “senso da medida”.

Quindim olhou-a com o rabo dos olhos. Estava ficando sabida demais...



Monteiro Lobato. Emília no país da gramática.
São Paulo, Brasiliense, 1990.



RELEMBRANDO PARA APROFUNDAR OS CONHECIMENTOS


Você observou a forma interessante com que o autor nos transmitiu as noções sobre o emprego dos principais sinais de pontuação.

O uso adequado desses sinais representa um importante recurso, conferindo maior expressividade e clareza ao texto. Entretanto não há normas rígidas que estabelecem a sua colocação, apenas orientações que visam a uma boa redação.

Voltando ao texto, você poderá concluir que os sinais de pontuação mais empregados são:

,  A vírgula indica uma pausa longa.

;  O ponto-e-vígula expressa uma pausa intermediária, mais curta que o ponto e mais longa que a vírgula.

:  Os dois-pontos representam também uma pausa breve, uma citação, explicação ou enumeração.

.  O ponto final indica uma pausa longa e normalmente ocorre no fim de uma frase declarativa ou interrogativa indireta.

?  O ponto de interrogação é empregado em frases interrogativas diretas.

!  O ponto de exclamação é usado em frases exclamativas.

...  As reticências marcam uma interrupção do pensamento, prolongando-se um pouco a voz, para mostrar hesitação ou dúvida.

(   )  Os parênteses indicam uma reflexão, observação ou explicação introduzida na frase.

__ O travessão é usado na introdução das falas nos diálogos; o duplo travessão para destacar uma oração ou palavra.

“ ”  As aspas indicam uma citação ou destacam palavras estrangeiras, gírias etc.

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