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23 de maio de 2013

Quatro tarefas diárias para acompanhar a vida escolar do seu filho


É hora de criar uma rotina de acompanhamento das atividades escolares de seu filho. São procedimentos diários, mas para que deem certo, é preciso segui-los com tranquilidade, prazer e real interesse.

1.       Veja se há lição de casa e coloque-se à disposição para ajudar;

2.       Pergunte sobre o que seu filho aprendeu na escola naquele dia;

3.       Converse sobre a escola, colegas de classe e professores;

4.       Folheie os cadernos e livros e verifique se os exercícios propostos estão sendo feitos, se há conteúdos anotados nos cadernos.

 Estas são atitudes que farão a diferença no desempenho escolar de seu filho e no interesse dele pela escola. Afinal, você está mostrando a importância que as coisas da escola têm ao se interessar verdadeiramente por elas.

 Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/blogs/jogo-rapido-educacao/ensino-fundamental-1/crie-uma-rotina-para-acompanhar-a-vida-escolar-do-seu-filho/

 Extraído do Blog: Cantinho da Ana
http://professoraencantada.blogspot.com.br/2012/05/quatro-tarefas-diarias-para-acompanhar.html

8 de fevereiro de 2013

Reunião de Pais: lindas mensagens



FONTE: Picasa Vivi Souza

24 de janeiro de 2012

Dinamicas para Reuniões de Pais - Conheço meu filho

dinamica para reunião de pais e mestres

 

Objetivo dessa dinâmica é integrar participantes de uma reunião de pais e mestres. Serve para colocar em evidencia todos os integrantes da reunião, diretores, professores, alunos, pais e responsáveis pelos estudantes.

Materiais: Papel e caneta

Procedimento: Pedir que os alunos escreva em um papel pequeno a seguinte frase: 'eu amo a minha família'. Não pode ser assinado.
Todos pedaços de papel deverá ter um número que corresponda o número que a coordenadora da reunião manterá em segredo.
No dia da reunião todos os papéis serão colocados espalhados em uma mesa e os pais deverão reconhecer a letra do filho e pegar um papel.
Depois a coordenadora irá verificar se os pais acertaram e conhecem a letra de seus filhos. Essa atividade simples pode revelar muitas coisas, entre elas se os pais estão realmente acompanhando as atividades escolares e o desenvolvimento da aprendizagem das crianças.

1 de novembro de 2011

Imagem para reunião...

Oi...
Estas imagens falam muito mais que qualquer texto, eu havia recebido num curso que fiz há mais de 10 anos e tinha perdido-a, mas hoje visitando o Blog Ciranda da Aprendizagem eu encontrei-a e tinha que compartilhar com você! É demais, show!



15 de agosto de 2011

Conhecendo melhor... características do mini-maternal (01 a 03 anos)



 É nos primeiros anos de vida que a criança desenvolve o andar o falar e o pensar, sendo que o andar, se desenvolve geralmente, no primeiro ano de vida.

O controle do desenvolvimento motor acontece de cima para baixo. A criança controla o olhar, os movimentos do pescoço, do tronco, senta, engatinham e por fim põe-se de pé. Está ávida para explorar o universo ao redor, pois agora se movimenta com maior facilidade e certa agilidade e, graças a esta exploração, desenvolve o seu conhecimento físico, lógico matemático e cognitivo, pois exercita a cada movimento, a capacidade de seriação e classificação, construindo as primeiras noções de número e estruturando cada vez mais a noção de espaço tempo. Ao ver o mundo de forma mais ampla, anda de um lado a outro, toca tudo, experimenta o que pode e o que não pode, deixando todos agitados, correndo atrás. Nesta etapa do desenvolvimento motor, gosta de puxar, carregar, empurrar e arrastar objetos e realiza atividades domésticas com imenso prazer (varrer, tirar pó). Também está adquirindo destreza no manejo com os talheres e sente prazer em comer sozinha, por isso, muitas vezes rejeita o auxílio do adulto. A criança deve sempre ser estimulada a concluir a tarefa que começou e devemos incentivá-la a não desistir facilmente, pois desta forma estaremos fortalecendo sua independência e auto-estima.
O desejo de explorar, experimentar, descobrir, juntamente com a necessidade de colocar-se a prova, para perceber suas capacidades e limitações, o que podem ou não fazer para controlar seu mundo, para se afirmar, sem a interferência do outro, buscando agir individualmente, faz desta etapa o período dos tombos, trombadas e arranhões. Como ainda não estão com o equilíbrio e o freio inibitório completamente formado, mas querem vivenciar todos os espaços disponíveis, são comuns alguns tropeços, escorregões, desequilíbrios e encontrões nos colegas e até paredes. A criança possui uma grande necessidade de explorar todos os espaços disponíveis, manipular objetos e de exercitar o próprio corpo. Tende a fazer tudo sozinha e ignora a necessidade de um auxílio adulto, ainda assim, é preciso que o adulto perceba a importância de estar ao lado da criança, acompanhando tudo o que ela está fazendo, mesmo que não necessite ajudá-la.
Como em um passe de mágica, a criança começa a falar. É no segundo ano de vida onde a criança que rapidamente aprende palavras e mais palavras, sendo capaz de aprender duas palavras novas por dia. Ela conversa, interage, participa e pouco a pouco vai juntando uma palavra à outra, formando frases e então começa a elaborar idéias e pensamentos, entram então, na fase dos porquês, as perguntas e questionamentos são constantes e, geralmente, usam “Por quê?” e o “Quisso?” (Que é isso?), também costumam repetir muito, a fala dos adultos ao redor. Curiosa, possui inúmeros questionamentos que, não devem ficar sem respostas, pois a curiosidade é o fator essencial para que aconteça o aprendizado e com isso, a criança se desenvolva.
A criança vive em um “estado” egocêntrico (acredita que o mundo vive em torno dela), e progressivamente busca socializar-se, quando começa a perceber que ela é um ser à parte, diferente dos outros, surge à fase de se contrapor, o momento dos nãos. Segundo Piaget, a criança se expressa através do jogo simbólico, ou seja, transforma a realidade em função dos seus desejos e fantasias. Neste período surgem às primeiras disputas e desentendimentos que, geralmente, são resolvidos com mordidas, empurrões e tapas. A raiva some assim que a ação é realizada, pois estas atitudes são usadas como uma forma de “espantar” o colega, em seguida as crianças voltam a brincar novamente como se nada tivesse acontecido. A criança está com isso, desenvolvendo o seu sentido de identidade, um eu social e uma personalidade independente, com um forte desejo de autonomia e afirmação, está elaborando regras e aprendendo o que é certo ou errado. Frequentemente sentem medos, que podem ser reais ou imaginários, sendo importante nestes momentos, fortalecer o vínculo afetivo de forma a estimular o emocional, pois é no convívio em grupo que a criança aprende a conviver de forma harmoniosa com o outro.
Segundo Piaget, nesta idade a criança encontra-se no período sensório motor, onde ainda não é capaz de formar imagens mentais, e o aprendizado se dá através da exploração com o meio. O princípio didático deve ser o da permissividade de ação da criança sobre o meio, ela vai andar, correr, tropeçar, levantar, se equilibrar, engatinhar, encaixar, enfileirar, empurrar, puxar, manipular, imitar. Como toda ação é uma tentativa de aprendizado, neste período empurrar, morder, chutar ou bater no colega, também será uma forma de dominar suas ações e explorar suas capacidades, por isso, em qualquer etapa do desenvolvimento infantil, temos que saber lidar com os limites e sempre orientar a criança para a atitude correta a ser tomada, é importante criar combinações, que por diversas vezes terão que ser relembradas até que a criança internalize e passe a compreendê-las melhor. No final deste período, a criança estará realizando a função simbólica (estágio pré-operatório), o que, entre outras coisas, permite-lhes desenvolver a linguagem e a representação de imagens, moderando as disputas e permitindo a aproximação do outro. Nesta etapa ficam rebeldes e determinados e acabam alternando momentos de timidez e de convivência intensa. Suas ações deixam de ser motoras e instintivas e surge o pensamento. Ela representa eventos internamente e, desse modo, torna-se capaz de planejas ações, antes de executá-las, embora seja capaz de pensar suas ações, ainda não é capaz de se colocar no lugar do outro e trocar seu ponto de vista. O ato mais espontâneo do pensamento é o jogo, e o pensamento da criança continua impregnado de tendências lúdicas até o final do período pré-operatório, por este motivo, a melhor forma de desenvolver o aprendizado dos pequenos, é através de brincadeiras.
Embora os conhecimentos das demais especialidades como psicologia, sociologia, medicina e outras, possam ser de grande valia para identificar os processos de desenvolvimento da criança e o universo infantil, apontando algumas características comuns de ser criança, elas permanecem únicas em suas individualidades e diferenças.


Autora:
Márcia O. Soares /Educadora Mini Maternal (01 A 03 ANOS)


Fontes:Qualidade em Ed., Infantil - Miguel Zabalza / O desenvolvimento da criança segundo Piaget / Os três primeiros anos da criança- Karl Konig / Psicologia e Educação: Desenvolvimento humano –Infância – Berta Ferreira e Bruno Ries (org) / Referencial Curricular para a Educação Infantil – MEC / Psicologias: uma introdução no estudo de psicologia – Ana Maria Bock

17 de julho de 2011

"Pessoas Especiais"

Quando perguntávamos aos entrevistados de uma pesquisa qual a razão da admiração que sentiam por quem consideravam "pessoas especiais", a resposta era quase sempre esta:

Essa pessoa é "diferente!"
E quando perguntávamos: -"Diferente" em quê?

A resposta era quase sempre: -"Diferente" em tudo!
De fato, as pessoas especiais, sejam elas o que forem, são "diferentes" das demais.
Elas pensam de forma diferente.
Agem de forma diferente.
Enxergam a vida e o mundo de maneira diferente.
Elas são mais positivas.
Acreditam em si próprias.
Conseguem enxergar oportunidades nas crises.
Elas participam mais. Comprometem-se mais.
Terminam as coisas que começam. Dão atenção aos detalhes em tudo o que fazem.
São polidas e educadas e além da "boa intenção" tem muita sensibilidade e empatia para colocar-se no lugar das outras pessoas.
Elas ouvem mais do que falam.
Elas respeitam as opiniões alheias.
Elas sabem dizer "eu não sei" e dizem com freqüência "eu não compreendi...".
São pessoas simples e objetivas.
Não usam vocabulário rebuscado e complexo.
Falam e agem com simplicidade e têm muito foco em tudo o que fazem.
Daí a "diferença".
A diferença positiva está mais na simplicidade do que na complexidade, mais na humildade do que na arrogância, mais no "ser" do que no "ter".

Desconheço a autoria.

8 de maio de 2011

Reflexão...

As duas pulgas


Muitas empresas caíram e caem na armadilha das mudanças drásticas de coisas que não precisam de alteração, apenas aprimoramento. O que lembra a história de duas pulgas.

Duas pulgas estavam conversando e então uma comentou com a outra: - Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar. Daí nossa chance de sobrevivência quando somos percebidas pelo cachorro é zero. É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas.

Elas então contrataram uma mosca como consultora, entraram num programa de reengenharia de vôo e saíram voando.

Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra: - Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele.

Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam vôo rapidamente.

Elas então contrataram o serviço de consultoria de uma abelha, que lhes ensinou a técnica do chega-suga-voa. Funcionou, mas não resolveu... A primeira pulga explicou por quê:

- Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando. Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando direito. Temos de aprender como os pernilongos fazem para se alimentar com aquela rapidez.

E então um pernilongo lhes prestou uma consultoria para incrementar o tamanho do abdômen. Resolvido, mas por poucos minutos.... Como tinham ficado maiores, a aproximação delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram espantadas antes mesmo de pousar. Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha, que lhes perguntou:

- Ué, vocês estão enormes! Fizeram plástica?

- Não, reengenharia. Agora somos pulgas adaptadas aos desafios do século XXI. Voamos, picamos e podemos armazenar mais alimento.

- E por que é que estão com cara de famintas?

- Isso é temporário. Já estamos fazendo consultoria com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar. E você?

- Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sadia.

Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer, e perguntaram à pulguinha: - Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em uma reengenharia?

- Quem disse que não? Contratei uma lesma como consultora.

- Mas o que as lesmas têm a ver com pulgas. Quiseram saber as pulgonas...

- Tudo. Eu tinha o mesmo problema que vocês duas. Mas, em vez de dizer para a lesma o que eu queria, deixei que ela avaliasse a situação e me sugerisse a melhor solução. E ela passou três dias ali, quietinha, só observando o cachorro e então ela me disse: "Não mude nada. Apenas sente na nuca do cachorro. É o único lugar que a pata dele não alcança".


MORAL:  Você não precisa de uma reengenharia radical para ser mais eficiente. Muitas vezes, a GRANDE MUDANÇA é uma simples questão de reposicionamento.

Max Gehringer

Reflexão...

AS COLHERES DE CABO COMPRIDO


Conta uma lenda que Deus convidou um homem para conhecer o céu e o inferno.

Foram primeiro ao inferno. Ao abrirem uma porta, o homem viu uma sala em cujo centro havia um caldeirão de substanciosa sopa e à sua volta estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas. Cada uma delas segurava uma colher, porém de cabo muito comprido, que lhes possibilitava alcançar o caldeirão, mas não permitia que colocassem a sopa na própria boca. O sofrimento era grande.

Em seguida, Deus levou o homem para conhecer o céu.

Entraram em uma sala idêntica à primeira: havia o mesmo caldeirão, as pessoas em volta e as colheres de cabo comprido. A diferença é que todos estavam saciados. Não havia fome, nem sofrimento.

"Eu não compreendo", disse o homem a Deus, "por que aqui as pessoas estão felizes enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?”.

Deus sorriu e respondeu:

- Você não percebeu? É Porque aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros



Moral:

Temos três situações que merecem profunda reflexão:

1. Egoísmo: as pessoas no "inferno" estavam altamente preocupadas com a sua própria fome, impedindo que se pensasse em alternativas para equacionar a situação;

2. Criatividade: como todos estavam querendo se safar da situação caótica que se encontravam, não tiveram a iniciativa de buscar alternativas que pudessem resolver o problema;

3. Equipe: se tivesse havido o espírito solidário e ajuda mútua, a situação teria sido rapidamente resolvida.


Conclusão: Reflitam sobre isto...

Dificilmente o individualismo consegue transpor barreiras.

• O espírito de equipe é essencial para o alcance do sucesso...

• Uma equipe participativa, homogênea, coesa, vale mais do que um batalhão de pessoas com posicionamentos isolados.

• Isso vale para qualquer área de sua vida, especialmente a profissional.

15 de março de 2011

Mensagem para reunião de pais

19 de janeiro de 2010

Lindas mensagem....


Pais Brilhantes


Chore com seus filhos e abrace-os. Isso é mais importante do que dar-lhes fortunas ou fazer-lhes montanhas de críticas.
- Não forme heróis, mas seres humanos que conheçam seus limites e sua força.
- Faça de cada lágrima uma oportunidade de crescimento.
- Estimule seu filho a ter metas.
- Lembre-se: conversar é falar sobre o mundo que nos cerca.
- Dialogar é falar sobre o mundo que somos.
- Abraçar, beijar, falar espontaneamente.
- Contar histórias.
- Semear idéias.
- Dizer não sem medo.
- Não ceder a chantagem.
- Para educar é necessário paciência.

Augusto Cury


A LIÇÃO DA BORBOLETA

Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo.Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.O homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou orestante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar com o tempo. Nada aconteceu!Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria como a borboleta. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar...
Que a vida seja um eterno desafio, pois só assim voar será realmente possível.

(autor desconhecido)


FILHOS SÃO COMO NAVIOS

Ao olharmos um navio no porto, imaginamos que ele esteja em seu lugar mais seguro, protegido por uma forte âncora.
Mal sabemos que ali está em preparação, abastecimento e provisão para se lançar ao mar, destino para o qual foi criado, indo ao encontro das próprias aventuras e riscos.
Dependendo do que a força da natureza reserva para ele, poderá ter de desviar da rota, traçar outros caminhos ou procurar outros portos.
Certamente retornará fortalecido pelo aprendizado adquirido, mais enriquecido pelas diferentes culturas percorridas.
E haverá muita gente no porto, feliz à sua espera.
Assim são os FILHOS.
Estes têm nos PAIS o seu porto seguro até que se tornem independentes.
Por mais segurança, sentimentos de preservação e de manutenção que possam sentir junto dos seus pais, eles nasceram para singrar os mares da vida, correr os próprios riscos e viver as próprias aventuras.
Certos de que levarão os exemplos dos pais, o que eles aprenderam e os conhecimentos da escola – mas a principal provisão, além da material, estará no interior de cada um:
A CAPACIDADE DE SER FELIZ.
Sabemos, no entanto, que não existe felicidade pronta, algo que se guarda num esconderijo para ser doada, transmitida a alguém.
O lugar mais seguro em que o navio pode estar é o porto. Mas ele não foi feito para permanecer ali.
Os pais também pensam ser o porto seguro dos filhos, mas não podem se esquecer do dever de prepará-los para navegar mar adentro e encontrar o próprio lugar, onde se sintam seguros, certos de que deverão ser, em outro tempo, esse porto para outros seres.
Ninguém pode traçar o destino dos filhos, mas deve estar consciente de que, na bagagem, eles devem levar VALORES herdados, como HUMILDADE, HUMANIDADE, HONESTIDADE, DISCIPLINA, GRATIDÃO E GENEROSIDADE.
Filhos nascem dos pais, mas devem se tornar CIDADÃOS DO MUNDO. Os pais podem querer o sorriso dos filhos, mas não podem sorrir por eles. Podem desejar e contribuir para a felicidade dos filhos, mas não podem ser felizes por eles.
A FELICIDADE CONSISTE EM TER UM IDEAL E NA CERTEZA DE ESTAR DANDO PASSOS FIRMES NO CAMINHO DA BUSCA.
Os pais não devem seguir os passos dos filhos. e nem devem estes descansar no que os pais conquistaram.
Devem os filhos seguir de onde os pais chegaram, de seu porto, e, como os navios, partir para as próprias conquistas e aventuras.
Mas, para isso, precisam ser preparados e amados, na certeza de que

“QUEM AMA EDUCA”.
“COMO É DIFÍCIL SOLTAR AS AMARRAS”

(Içami Tiba)

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