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24 de novembro de 2013

CANTATA DE NATAL


 UM REI DIFERENTE

( PARA SER ENCENADA / TEATRO) 

            Narrador: (começa a música). Esta é a história do nascimento de um Rei. Prometido por Deus, anunciado por profetas e anjos, e esperado por muita gente. Nasceu pobre, na estrebaria de uma cidadezinha lá longe, chamada Belém. Seu bercinho era um cocho, onde os animais comiam. Sem prata, sem ouro, sem glórias.  Não teve súditos para mandar, teve amigos. No lugar de um cetro, apenas mãos estendidas para dar e acolher. Esta é a historia do nascimento de um Rei, que fez da sua vida, principalmente de sua morte, o bem supremo da humanidade. É a historia do nascimento de um Rei cujo reinado é eterno, sem fim. Um Rei diferente!

 

MUSICA: UM REI DIFERENTE

Dentre as palhas nasceu o Rei menino Jesus.

Veio para ser a nossa paz.

Veio para ser nossa luz.

Dentre as palhas nasceu o Rei menino Jesus.

Veio nos dar o seu perdão.

Veio trazer salvação.

 

Pequena vila tão pobre em Belém.

Quem poderia pensar que um lugar

 Tão humilde pudesse o Rei embalar?

 

Dentre as palhas nasceu o Rei menino Jesus.

Veio para ser a nossa paz.

Veio para ser nossa luz.

Dentre as palhas nasceu o Rei menino Jesus.

Veio nos dar o seu perdão.

Veio trazer salvação.

 

A manjedoura por berço tomou,

Teve por trono a cruz.

Uma coroa de espinhos usou.

Rei diferente é Jesus.

 

Ø  (Maria está sentada e o anjo entra)

 

            Narrador: (começa a música). E no sexto mês foi o anjo Gabriel, enviado por Deus, a uma cidade da Galiléia chamada Nazaré, para falar com Maria. E entrando o anjo  onde ela estava disse-lhe: Salve, agraciada; o Senhor é contigo. Bendita és tu entre as mulheres. Quando Maria viu o anjo, ficou com medo e confusa; e perguntou para si mesma: o que está acontecendo? E o anjo, vendo-a assustada, disse-lhe:

 

MÚSICA:  NÃO TEMA
 

(anjo)

Não tema, ó, Maria, com o que vou lhe dizer.

Dentre todas as donzelas, a escolhida foi você.

Pra dar à luz a quem Emanuel se chamará,

 pois Ele do pecado o seu povo livrará.

 

(Maria)

Um pouco assustada eu confesso que estou.

Mas me sinto agraciada porque Deus me contemplou.

Darei à luz então quero saber como será.

 

(anjo)

O Espírito de Deus um milagre em ti fará.

 

(coral)

Emanuel, Deus conosco sempre está.

Emanuel, o seu povo livrará.

Emanuel, sempre pronto pra salvar.

Emanuel, Ele assim se chamará.

Emanuel, Deus conosco sempre está.

Emanuel, o seu povo livrará.

Emanuel, sempre pronto pra salvar.

Emanuel, Emanuel, Emanuel,

 para sempre, ele assim se chamará.

 

Ø  (O anjo sai pra trás e Maria desce para encontrar José).

 

Ø  ( Entra José  e Maria indo para a estrebaria).

 

Narrador: (começa a música). Aconteceu naqueles dias que o imperador César Augusto decretou que cada um se alistasse em sua própria cidade. E subiram da Galiléia para Belém, José, e Maria que estava grávida, a fim de se alistarem. E estando eles ali, chegou o dia de Maria dar a luz.

MÚSICA:

 

O ALISTAMENTO

 

Corre então José, corre Maria e vão logo se alistar.

Já levantam cedo bem cedinho, pois precisam viajar.

Não tem carro nem motocicleta, nem metrô nem avião.

Um humilde e lento jumentinho será sua condução.

 

O imperador César Augusto uma ordem assim deu:

Cada um se aliste, bem depressa, na cidade onde nasceu.

Correm, correm, correm bem depressa, pois precisam

 encontrar

 nas hospedarias da aldeia um lugar para ficar.

 

Mesmo cansados de tanto andar, não conseguiram achar.

Na estrebaria, estranho lugar, foram então, se alojar.

Pobre Maria se acomodou e logo foi preparar

o berço do seu querido bebê que logo iria chegar.

Corre então, José, corre Maria e vão logo se alistar.

Já levantam cedo, bem cedinho, pois precisam viajar.
 

Ø  (Os pastores entram antes da narração).

 Ø  (Na hora da narração entra o anjo).

 

Narrador: Naquela noite, alguns pastores estavam no campo e guardavam os seus rebanhos; quando, de repente, (começa a música) apareceu-lhes um anjo que cercou de brilho da glória do Senhor.

 

Ø  (Os pastores saem indo em direção à estrebaria).

 

MÚSICA:  GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS

 
Glória a Deus nas alturas!

Na terra aos homens, paz.

Glória a Deus nas alturas e boa vontade.

 

Não temam, queridos pastores.

A Deus rendam Glória e louvor.

Por que em Belém da Judéia nasceu Jesus Rei, Salvador.

Com panos agasalhado em uma manjedoura o verão.

Pois este é o sinal que vai lhes mostrar Jesus Cristo a salvação.

 

Narrador: E os pastores disseram uns aos outros: vamos, vamos  até Belém ver esta coisa que aconteceu, a respeito da qual o Senhor nos falou.

 

Glória a Deus nas alturas!

Na terra aos homens, paz.

Glória a Deus nas alturas e boa vontade.

Com seus corações radiantes, pastores ficaram também.

Depressa deixaram o campo e foram ver o neném.

Maravilhados estavam e a notícia assim se espalhou.

A todos contavam, com grande alegria, que o Rei prometido chegou.

 

Glória a Deus nas alturas!

Na terra aos homens, paz.

Glória a Deus nas alturas e boa vontade.

 

(e boa vontade, e boa vontade, e boa vontade.)

 

Ø  (Os magos entram pela porta da frente indo até a estrebaria).

 

Narrador: Quando Jesus nasceu, alguns magos foram das distantes terras do Oriente até Belém para adorá-lo. Eles formam guiados por uma estrela, até que, chegando, a estrela parou sobre o lugar, onde estava o menino. Eles ficaram muito alegres (começa a musica), e, ao entrar, acharam o pequeno Rei com sua mãe Maria.

 

MÚSICA: OS MAGOS
 

De longe viemos para ao Rei adorar.

Presentes trazemos para lhe ofertar.

Pois, também queremos compartilhar

da alegria de ver quem nos veio salvar.

 

De todos os reis, Tu és o primeiro.

Os outros reinados são passageiros.

Por entre desertos té aqui chegar.

Brilhante estrela sempre anos guiar.

Pequena criança, só tu levarás.

os filhos de Deus ao seu reino de paz.

 

Ó vinde adoremos ao nosso Senhor.

 

Narrador: (começa a música). A noite estava calma. Lá fora só se ouvia o cantar dos grilos sob o céu estrelado. Sobre a estrebaria reluzia uma estrela especial, pois lá dentro estava o pequenino Rei dormindo em seu bercinho. Enquanto isso, Maria, José e os pastores não paravam de admirá-lo.  Seus corações estavam cheios de fé e alegria, porque viram no pequenino bebe o cumprimento de uma promessa feita por Deus há milhares de anos: A promessa da salvação.

 

MÚSICA:  UM MENINO NASCEU
 

Pois um menino nos nasceu.

De Deus o Filho se nos deu.

 

Maravilhoso, Conselheiro,

Deus Forte sei que és.

Pai da eternidade, Príncipe da Paz.

 

Pois um menino nos nasceu.

De Deus o Filho se nos deu.

 

Dorme em paz ó, linda criança.

Sono tranqüilo e bom.

Plano perfeito és de Deus.

Pra nossa redenção.

 

Pois um menino nos nasceu.

De Deus o Filho se nos deu.

 

Ø  (Os magos e os pastores saem).

 

v  Na última música todos os personagens cantam com o coro.

 

Narrador: E assim, pastores e magos voltaram para suas casas, felizes, pois conheceram o pequeno Rei. Eles estavam maravilhados, pois sabiam que ele era um Rei diferente. Hoje, esse Rei nos convida a celebrar o seu Natal de modo diferente das pessoas que não o conhecem. Ele nos convida a sermos pessoas diferentes e a fazermos diferença no mundo onde vivemos. Afinal, Ele é um Rei diferente.
 
 
FONTE:

13 de abril de 2011

Peça teatral 3: O coelhinho de asas vermelhas

Personagens: Coelhinho – Dona Coelha – Porco Espinho – Esquilo – Patinho

1º ATO

Narradora: Numa toca, no meio da floresta, morava um coelhinho e sua mamãe.
O coelhinho não era feliz porque queria ser diferente. Seu desejo era ser igual a todo bicho que via: queria ter as patas amarelas da patinha, as asas do passarinho; a cauda do esquilo e queria até ser igual ao Porco-Espinho!

(O coelhinho fica quieto a um canto, com a mão no queixo, pensativo. Entra a mamãe Coelha).

Mãe: Por que você está triste?

Coelhinho: Quero ter asas vermelhas.

Mãe: Ora, meu filho, coelho não tem asas!

Coelhinho: Mas eu quero, quero, quero!

Mãe: Fica aí, seu invejoso! Vou buscar cenouras.

(Entra o Porco-Espinho)

Porco: Por que você está triste?

Coelhinho: Quero ter asas vermelhas!

Porco: Mas coelho não tem asas.

Coelhinho: Pois é, mas quero mudar.

Porco: Então vá ao Lago dos desejos e peça-lhes duas asas.

O Lago dará tudo que você lhe pedir.

(o coelhinho sai correndo. Fecha-se o pano)
 
2º ATO

(Entra o Coelhinho)

Coelhinho: O Lago dos Desejos! Quero ter asas como o passarinho!

(pula no poço. {ruídos}. O coelho aparece com as asas vermelhas).

Coelhinho: Tenho asas! Sou igual ao passarinho! Mamãe, mamãe!

(Entra a mamãe)

Coelhinho: Mamãe quero cenoura!

Mamãe: Você não é meu filhinho, ele não tem asas. Vou procurar meu filho. (sai). (O coelho chora e neste instante entra o Esquilo).

Coelhinho: Esquilo, eu posso dormir na sua casa esta noite?

Esquilo: Cruzes! Que bicho mais esquisito!

(O Esquilo sai correndo e o coelhinho chora. Entra a Patinha).

Coelhinho: Patinha, eu posso dormir na sua casa esta noite?

Patinha: Ai, que susto! Que bicho horroroso!

(A patinha sai correndo e entra o Porco-Espinho. O coelhinho chora).

Coelhinho: Porco-Espinho, por favor, ajude-me!

Porco-Espinho: Que é? Você não está satisfeito?

Coelhinho: Não, não! Eu quero ser coelhinho outra vez, sem asas!

Porco: Pois então pule outra vez no poço e peça-lhe para ser outra vez coelhinho.

Coelhinho: Ó poço dos Desejos! Tire minhas asas!

(O coelhinho pula no poço. {ruídos}. Sai sem as asas.

Coelhinho: (batendo palmas, pulando alegre).

Agora sim! Minha mãe vai me conhecer! Quero minha mãe! Quero minha mãe!
 
3º ATO

Mãe: (com as cenouras) __ Por onde andará meu filhinho? (chora)

(Entra o coelhinho)

Coelhinho: Mamãe! Mamãe!

Mãe: Meu filhinho! Que susto! Que saudade! Você sim, é meu filho...

Coelhinho: Estou com fome.

Mãe: Olhe aqui, guardei estas cenouras para você.

(Mãe dá cenouras ao coelho, que se põe a comê-las).

Narradora: Desse dia em diante, o coelhinho não quis mais ser igual aos outros bichos. Viveu contente e feliz ao lado de sua mãe.

FONTE: CEMEPE.

Peça teatral 2: Festa de Páscoa - Os símbolos pascal

Cenário: Móbile
Enfeite com os símbolos da Páscoa confeccionados com cartolina e cobertos com papel fantasia ou laminado.

As crianças entram contando:

Surge a Páscoa
Surge a Páscoa, brilha o sol
Canta alegre o rouxinol!
Deus nos ama, diz a flor,
Diz a lua em resplendor!
Cristo morto não ficou,
Vivo está, ressuscitou!
Aleluia! (8 vezes)

Ritmo: Terezinha de Jesus
Á frente, uma criança levando uma vela acesa, acompanhada de duas outras tocando sininho.

Criança um: Hoje estamos todos alegres, porque Jesus tornou a viver.
__ Jesus ressuscitou!

Criança dois: Agora nós vamos mostrar nossa alegria, através de tudo o que nos lembra a Páscoa.

Criança três: carregando o sino
__ Eu sou o sininho
Que bate alegremente
Anunciando a todos
Jesus vive novamente,
Anunciando a todos
Jesus vive novamente.

Criança quatro: carregando uma vela
__ Esta vela, amiguinhos
Enche a terra de luz
Iluminando nosso caminho
Pois representa Jesus.

Criança cinco: carregando o pintinho
__ Como Jesus ressuscitou,
Sem ninguém ajudar.
Eu também saio do ovo,
Num alegre despertar.

Criança seis: carregando um peixe
__ Eu sou um peixinho,
E quero muito nadar.
Junto a Jesus
Quero sempre ficar.

Criança sete: carregando o girassol
__ Sou como o girassol,
Que gira sempre para a luz
E assim estarei procurando
O meu sol, que é Jesus.
 
A auxiliar:
__Nós vimos então, que a Páscoa é feita de luz, de alegria e Vida Nova. Por isso vamos cantar.

Crianças e auxiliares:
Nas conchinhas lá do mar
Nas conchinhas lá do mar
Nas estrelinhas do céu
No universo infinito
E comigo Deus está.
Quem quiser pode escutar,
No cantar de um sabiá,
No sussurro do vento,
No chuá das ondas do mar.
Churuá, churuá... tcha, tcha...
Churuá, churuá... tcha, tcha...

FONTE: CEMEPE.

Peça teatral 1: Os coelhinhos do vale

1º ATO


Narradora: Quanta alegria no “Vale Feliz”! Seus moradores vão fazer um passeio maravilhoso. Visitarão parentes que moram um pouco distante lá na curva do caminho “Sem Fim”.
 
Coelhinhos e coelhos-mamãe, papai e filhinhos saíram de madrugada saltitantes, pensando no lindo dia que iria fazer. Era de madrugada e o sol começa a nascer. Fazia um pouco de calor mas ninguém se queixava. O importante era o passeio.
Foram caminhando felizes, observando o céu coberto de nuvens vermelhas, as árvores verdejantes e as montanhas iluminadas pelos raios de sol.
De repente, ouviram um trovão, depois mais outro. Começou a ventar anunciando o temporal.

2º ATO

Narradora: O papai e a mamãe, ficaram assustados. A mamãe soltou uns gritinhos e os filhinhos começaram a chorar, porém a voz calma do mestre “Orelha Longa” se fez ouvir:
__ Que é isto? Não há razão para medo. Nada mais natural que os trovões. Vamos voltar, pois vai chover. Muita calma! ...
Narradora: Todos retornaram e logo depois desabou o temporal.

3º ATO

Narradora: Nesta hora houve um pouco de confusão. As coelhinhas abriram os seus guardachuvas de flores, mas a chuva era de vento, pouco adiantava.
Chegaram em casa, todos molhados e naturalmente muito aborrecidos com a chuva.
Mais tarde, resolveram mandar os filhos para a casa do mestre “Orelha Longa”, pelo menos ouviram lindas estórias e se esqueceriam do passeio que não chegou a ser feito. Aliás os coelhinhos estavam fazendo uma terrível manha só por causa da chuva.
E foi chorando que se reuniram em torno do mestre “Orelha Longa”.

4º ATO

Narradora: Depois que se acomodaram, o amigo dos coelhinhos começou a perguntar:
(Orelha Longa): __Dengoso, você gosta de cenoura?
(Dengoso): __ Se gosto, quanto mais novinha melhor. __ respondeu o coelho.
(Cinzento): __ É o meu almoço de todos os dias.
(Orelha Longa): __ Bem, pelo que vejo todos vocês gostam de cenouras, couve-flores, beber água, tomar banho no rio. Sabem vocês que tudo isso poderia acabar?
(Rosadinho): __ Acabar! Como?
(Velho): __ Se deixar de chover!
(Cinzentinho): __ Não diga!
(Janjão): __ Que coisa horrível! Nem é bom falar!
(M. Velho): __ Sabe quem nos manda a chuva? O papai do céu, Deus. Para o nosso bem e para que possamos viver.
(Todos): __ É isso mesmo!
Narradora: Lá fora, o tempo estava maravilhoso!

5º ATO

Narradora: As flores, o ar, a terra molhada, não fazia mais poeira, e em vez de calor, a manhã apresentava-se fresca e agradável. Sabem por que?
Era domingo de Páscoa! Os coelhinhos, muito felizes falaram todos a um só tempo.
(Todos): __ Graças a Deus que choveu?
Narradora: E muito felizes, agradeceu ao Pai do Céu, a benção da chuva.

FONTE: CEMEPE.

28 de fevereiro de 2011

Teatro: A fuga




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