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28 de julho de 2009

NOSSA CIDADE ... E NOMES INDÍGENAS

Autoria: Cecílio Elias Netto

Toda a região é influenciada por nomes indígenas que dão graça e encanto à linguagem

A língua tupi-guarani exerceu grande influência sobre o Português falado no Brasil. Especialmente nos topônimos, dando sonoridade e graça especial aos nomes de centenas de cidades brasileiras. Piracicaba ("onde peixe pára") é uma delas. E em nossa região e arredores, também. Algumas delas, com seu significado:

Capivari: rio das capivaras
Tietê: a interpretação é variada. Para alguns estudioso, "rio fundo" (ty, rio; etê, fundo). Para outros, "rio verdadeiro", com etê significando verdadeiro, legítimo e não fundo. Seria, assim, o "rio por excelência". Para outros, seria tiê-tiê (muitos tiés) e, portanto, "rio com muitos rios".
Mo(u)mbuca: Se for mombuca, a referência é a rachaduras, fendas, arrebentações. Se for mumbuca, como muitos chamam a cidade vizinha, é uma variedade de abelha.
Ipeúna: variante de ipiúna (y-piuna), que significa pedra preta, rio preto.
Caiubi: a folha azul, o anil
Bauru : cesto de frutas. (de ybá-urú);
Jaú: comedor, comilão, peixe fluvial.(de ya-ú)
Itabira: pedra empinada, pedra que se ergue ( de itá-bira)
Itu: salto, corredeira, cascata. (de y, água, tu, som da água caindo na pedra.)
Itapemirim : laje pequena. (de itápé-mirim)

LENDAS PIRACICABANAS

ALGUMAS LENDAS PIRACICABANAS PARA MINHAS AMIGAS... TEM MAIS NO SITE http://www.aprovincia.com/


O sono do Salto
Fonte: Livro
Autoria: Waldemar Iglesias Fernandes.

Salto que todos os dias, no meio da noite, dorme um pouquinho. Dizem que, todos os dias, à meia-noite, numa fração de minuto o Salto cessa de fazer barulho e "dorme". Esta crendice foi-me contada, há muitos anos, por uma senhora de cor, minha conhecida.Reproduzo o caso, usando mais ou menos suas próprias palavras: Uma ocasião eu estava num baile lá na rua do Porto. Quando foi perto de meia-noite, eu tinha dançado bastante e sai pra fora e sentei no barranco do rio, descansar um pouco. O Salto, lá de longe, fazia o barulhão de sempre.

Turco que come criança
Fonte: Livro: Lendas e Crendices de Piracicaba e outros estudos
Autoria: Waldemar Iglésias Fernandes.

Uma espécie de "bicho papão" .
O "turco que come criança" firmou-se em nossa tradição popular como um duende, do tipo do Saci, do Caipora, etc. E ele uma espécie de "bicho papão", com crença generalizada em todo o Estado, porém fortemente achegada a Piracicaba.
Contam que, antigamente, os primeiros turcos mascates que apareceram furtavam crianças para comer. Essa ridiculacrendice creio ser atribuida aos nossos matutos e dá-se desculpas a eles que, cismados por natureza, não simpatizaram logo com esses civilizados e cultos orientais, vindos de tão longe e de Iingua tão estranha e, conseqüentemente (na idéia dos matutos) capazes de tudo.
Consta que a crença foi tão sólida que, com os corriqueiros desaparecimentos de crianças, até surgiram, de pais aflitos, queixas à policia contra os turcos "antropófagos". Essas queixas estão noticiadas em antigos jornais da terra.
Ainda hoje é comum, e já ouvi muitas vezes, certas mães ameaçarem os filhos com a aparição do "turco que come criança", da mesma maneira que as mães antigas os ameaçavam com a Cuca ou o Lobishomem. E isso sana qualquer desobediência, reinação ou falta de sono ...

A Inhala Seca


Fonte: Retrado das tradições Piracicabanas
Autoria: Hugo Pedro Carradore.

Depois de sete anos, o coveiro reabriu a vala
Foi num tempo longe do agora, no fim do século passado, no tempo da escravidão. Em Piracicaba, lá pelas bandas do Morro do Enxofre, de vez em quando, onde havia um mato cerrado, aparecia a INHALA SECA. Não se sabe quem afirmou que um dia ela havia sido gente viva. Morreu de tísica e foi enterrada no antigo cemitério de Piracicaba (local onde foi posteriormente construido o Grupo Escolar Moraes Barros). Depois de sete anos, o coveiro reabriu a vala onde havia sido colocado o cadáver de INHALA, encontrou-o intacto - dizem que não faltava um único fio de cabelo. Sepultaram-no novamente. Passados mais cinco anos, abriram a cova pela segunda vez. Qual não foi o espanto dos presentes: Lá estava ainda o corpo da morta intacto ... Sem saber qual a atitude a ser tomada, como já estava escu¬recendo , os coveiros deixaram o corpo seco da INHALA de pé, encostado na cerca do cemitério. Porém, quando no dia seguinte voltaram para enterrá-Ia novamente, o corpo seco da INHALA havia sumido ... - Fale baixo! ... Quer morrer apedrejado? INHALA SECA tem ouvido de tuberculosa, ouve de longe! Ela traz consigo o vento, para que os seus passos, quebrando galhos no mato, não sejam escutados. Feia, muito feia, e muito magra; com os dedos longos e secos, armados de enorme unhas, mostrando sob os farrapos e folhas, os ombros esqueléticos. Segundo os que tiveram a desventura de "topar" com ela, há a informação de que se vestia de mato. Era horrível mesmo. Tinha * cabeça grande coberta pela cabeleira desgadelhada. Rosto chupado e olhos esbugalhados, vermelhos e acesos. No "Almanak de Piracicaba para o ano de 1900", Escolástica Couto Aranha - brilhante figura do magistério paulista, esposa do professor Antônio Alves Aranha, o fundador da Escola Normal de Piracicaba - registrou pela primeira vez o mito da INHALA SECA. Quando se pretende enfiar o bedelho no passado, o melhor mesmo é ouvir os "antigos". E os "antigos" dizem que ouviram contar que ela pegava gente e levava para o fundo da barroca ... O mito da INHALA SECA é, sem dúvida uma variante do "Corpo Seco", homem que passou pela existência terrena semeando malefícios. Ao morrer, nem Deus, nem o diabo, aceitaram sua alma. A própria terra repeliu o seu cadáver, enojada de sua carne. Com a pele engelhada sobre o esqueleto, levantou-se da sepultura, para cumprir o seu fardo ...

O túmulo do Padre Galvão


Uma das mais caras e acalentadas lendas de Piracicaba é a que se refere ao túmulo do Padre Galvão, no Cemitério da Saudade. Vigário da Cidade até o ano de 1898, o padre Galvão Paes de Barros foi, a seu tempo, uma das personalidades mais influentes e queridas de Piracicaba, temido por políticos e amado pelo povo. Quando faleceu, seu corpo foi conduzido por grande multidão ao Cemitério da Saudade. E seu túmulo foi construído conforme o traçado do local, naquela época.
Aconteceu, no entanto, que o Cemitério foi reformado e, quando das reformas, muitos túmulos foram retirados de seus lugares, remexidos. O do Padre Galvão, porém, foi deixado no lugar onde se encontrava, em respeito à sua história. Intocado, fugiu aos novos enquadramentos de túmulos e de sepulturas. Mas a imaginação popular criou a lenda. Passou, o povo, a contar que o túmulo não saíra do lugar porque, no dia em que o padre ia ser enterrado, o caixão caiu exatamente no lugar onde ainda se encontra e não houve força humana capaz de erguê-lo para lhe dar sepultamenbto em outro terreno. A partir da invenção, o túmulo do Padre Galvão se tornou lugar de romaria e de orações, uma lenda piracicabana.

A lenda da noiva do rio
Autoria: Cecílio Elias Netto.

Até hoje, o rio precisa de vítimas que determinam o estio ou as enchentes.
Conta-se que o rio Piracicaba era belo e calmoso, sem corredeiras, como se fosse um remanso. Às suas margens, moravam pescadores brancos e índios. Viviam em paz. Mas, vinda não se sabe de onde, apareceu uma jovem de "cabelos longos e tão negros que parecia ter-se, numa noite escura, diluído em fiapos mil para adornar-lhe a cabeça. Lábios carnudos, vermelhos como a romã, pernas longas e bem torneadas, olhos verdes como o verde das folhagens. Seu nome, ninguém nunca o soubera, como, também, nunca souberam onde morava e do que vivia." *
Dizia-se que ela, como uma deusa, surgira das águas. Quando não aparecia, pescadores tomavam de suas canoas e iam em busca dela, do som que vinha das entranhas do rio. Forasteiros começaram, também, a aparecer na povoação querendo a jovem msiteriosa. Os homens se apaoixonavam por ela, asmulheres odiavam-na. Certa manhã, a povoação de Piracicaba acordou em sobressalto. O filho de um dos pescadores, o mais bonito - de "pele trigueira, cabelos de ouro" - havia desaparecido. Procuraram-no nas matas, ao longo do rio, gritaram seu nome. Não o encontraram. Mas perceberam que algo estranho acontecera: havia mais luminosidade no ar, mais perfume, um "ar doce e almiscarado".
Então, numa certa manhã, aconteceu o horror. O rio corcoveou, o céu se fechou, os pássaros, pacas, veados fugiram, estrondos cortaram os ares. E, de repente, tudo silenciou. O rio ganhara uma cachoeira enorme, espumas e roncos que, de quando em quando, se transformavam em gemidos. Daí, soube-se o que acontecera: o rio, enciumado com o amor da moça pelo belo rapaz, desafiou-o para uma luta sem fim. E rio e homem lutaram pela mulher que ficara prisioneira no fundo das águas. O rio venceu. E foi por isso que ganhou a cor que tem, que não é de barro, mas do "trigueiro do corpo do rapaz". O gemido do rio são soluços da jovem à espera do seu amor.
Até hoje, quando alguém morre nas águas do rio, sabe-se que morreu em busca da noiva enclausurada. O rio reage sempre. E manda avisos: se alguém morre, a enchente vem. E somente se vai quando outro apaixonado morre em busca da noiva que está presa nas pedras do Salto. Pois foi desse amor que nasceu o Salto do rio Piracicaba.

*- Esse texto, do autor, foi publicado, na íntegra, na Antologia do Folclore Paulista, Editora Literart, 1959.

Personagens Folclóricos

PIRACICABA COMPLETA MAIS UM ANO...01 DE AGOSTO

Personagens Folclóricos
Como não poderia deixar de ser, nosso município é rico culturalmente e no bojo de sua história “caipirescas” alguns personagens foram sendo criados e engendrados no cotidiano da cidade. São representantes fidedignos da resistência da história de um povo em figuras mágicas que muitas vezes até chegamos a nos deparar no nosso dia a dia.

Personagens Históricos e Folclóricos do Município:

Nho Quim
Nos anos quarenta, todo clube de futebol que disputava o Campeonato Paulista, possuía um símbolo. O do Palmeiras, por exemplo, era um Periquito, o do Corinthians, era um Mosqueteiro, e assim por diante. Quando o XV de Piracicaba ficou campeão da Lei do Acesso, em 1948, passando a disputar o campeonato principal do futebol paulista, não possuía nada que o representasse. Desta forma, foi criada pelo jornal “A Gazeta Esportiva” a imagem de um caipira para simbolizar o nosso XV, sendo batizado por Thomas Mazzoni, então redator daquele, de “Nho Quin”, e passando a ter feições na caricatura do imortal Édson Rontani. Cícero Correa dos Santos, fotógrafo, figura muito conhecida da cidade, se transformava em Nho Quin nas partidas de futebol animando a torcida e também as festas.

Bóia Fria

Gente de fibra, que desperta para a lida na madrugada de cada dia, forte trabalhador(a) que corta a cana de açúcar, tecendo um limiar entre a doçura do produto bruto, com a esperança de através do fruto do seu trabalho, transformar a qualidade da vida que leva. Dá sustento a muita gente, sua própria gente e para gente que desconhece seu sofrimento diário. Em sua marmita, o frio alimento que ingere é aquecido pelo salivar de idéias e sonhos de uma realidade melhor. Bóia Fria: Seu nome, sua vida, nosso povo.

CAIPIRA

Símbolo de nossa terra, de fala gostosa e cantada, o caipiracicabano, possui em sua gênese grande dose de sangue de indígenas, nossos primeiros habitantes; dos bandeirantes, desbravadores audazes que aqui chegaram, e dos monçueiros, navegantes que chegaram por nossas águas; formando assim o retrato vivo e fiel dessa gente que compõem o cenário local. O caipira construiu não só nossa “fala arrastada”, mas toda uma cultura que se diferencia pela singeleza de tudo aquilo que vem do campo, pelas riquezas culturais, pela simplicidade dos gestos rurais, do encontro do homem do campo com a natureza, dando musicalidade ao vento, e leveza nos gestos simples do cidadão piracicabano. Resistindo ao tempo essa cultura sobrevoou até nossos dias, enfocando ainda mais as manifestações culturais, oferecendo a quem nos visita, o elo de ligação do passado com o presente. O modo caipira de ser apaixona a todos, enfeitiçando os olhos e o coração daquele que, desavisado aproxima-se de seu convívio: O café quentinho feito no coador de pano, o “pito” de palha, com fumo de corda no canto da boca, o chapéu de palha esgarçado pelo tempo, as botas barrentas da labuta diária, a casa com uma boa “acolhida” com um fogãozinho a lenha sempre aceso, enfim tudo o que representa nossa cultura tem como raiz o caipira: o caipiracicabano.

Marinheiro

Devoção, emoção, gratidão eterna à fé, são os Irmãos do Divino, marinheiros que carregam junto ao remo ou ao varejão a fé e o amor a Santíssima Trindade. Navegam sempre em direção ao horizonte, com os olhos sempre voltados às suas crenças, fazendo da Festa do Divino Espírito Santo a morada de tudo que lhe é valoroso. A bordo de seus pensamentos carrega a esperança de recriar tudo que possa fazer parte dessa maior comemoração religiosa popular.

Pescador

O real e o mítico confundem-se na existência do pescador, que agilmente se dependura nas barrancas do rio, trazendo à tona suas esperanças aliada ao fruto das pescarias. Com auxilio de sua vara de pescar, a isca é lançada às águas barrentas, procurando o fruto do ventre do Piracicaba. Morador eterno da Rua do Porto, é o pescador preso pelo umbigo ao rio que margeia o útero de Piracicaba. Nunca sonha com águas cristalinas, pois sabe que de seu leito o vermelho da terra mistura-se com suas águas, dando sua característica achocolatada.Ontem acolhia em seus bornéis, dourados, mandis, piranhas, pintados, piava, cascudos, lambaris, fazendo dessa colheita um troféu maior que é orgulhosamente exposto a todos em sua volta. Hoje o pescador sonha com o retorno dessa riqueza, com a volta da lida pesqueira, sempre alimentando esperanças do novo alvorecer do Rio Piracicaba. Numa eterna piracema de amor pela terra em que vive.

Bonecos do Elias

Elias Rocha, eterno morador da Rua do porto. Nascido a três de agosto de 1931, cresceu e viveu ao redor do Rio Piracicaba. De família simples e dependente da pesca para a alimentação diária, Elias tornou-se um defensor do meio ambiente. Iniciou a confecção de bonecos fazendo o primeiro para uma menina e depois, o “Judas” para a criançada da Rua do Porto. De material usado ou retirado dos lixões como luvas, tênis, capacetes, roupas, tronco de árvores, espumas, couros e outros, Elias cria a figura humana do adulto e da criança, representando a defesa de seu habitat natural. Ao longo do tempo, transformou os bonecos em representantes dos pescadores às margens do Rio Piracicaba, como documento presente da sua piscosidade e belezas naturais, e também, como protesto pela propagada morte deste rio, causada pela poluição e desvio de suas águas pelo Projeto Cantareira.
Em 1989, é convidado à expor seus bonecos na Casa do Povoador, dando início ao acervo permanente montado em função de datas comemorativas. Desde então, os bonecos participam de passeatas ecológicas, teatros, eventos escolares, decorações de vitrines comerciais, lançamento de produtos industriais, shows de música populares, sempre enfatizando a cultura popular e o folclore piracicabano.Registrados por turistas de todo o Brasil, os bonecos são hoje conhecidos pela maioria dos países de todos os continentes. Também fazem parte de acervos de museus sendo, Museu do Folclore de Curitiba - PR, Museu de Folclore Rossini Tavares de Lima - SP, Instituições Culturais, acervos particulares no Brasil e Exterior, Instituições Escolares, Comerciais e Industriais.O que era criação despreocupada, passou a ser visto e reconhecido como arte popular, projetando em grande escala o nome de Piracicaba e sua árdua luta para salvar da morte, o seu amado rio.

27 de julho de 2009

Explorando os gibis (histórias em quadrinhos)

TURMA DA MÔNICA - DICAS E ORIENTAÇÕES DE COMO UTILIZAR OS ALMANAQUES DA TURMA DA MÔNICA



*DICAS PRÁTICAS
O objetivo principal desses textos em classe é que as crianças possam se divertir com a leitura de histórias em quadrinhos. Conhecer mais e melhor as personagens e participar de suas histórias poderá ser uma aventura e tanto!
Deixar o acervo acessível é condição imprescindível para o trabalho, porém será importante conversar com as crianças sobre os cuidados a tomar. Não recortar, não rasgar, não amassar, não rabiscar, deverá ser combinado antes entre todos para a manutenção e durabilidade das publicações.
Os almanaques e gibis poderão ser separados por personagens e deverão ser dispostos de modo que as crianças possam ter autonomia em relação à sua leitura.

* ORIENTAÇÕES DIDÁTICASConvidar os alunos a explorar, conhecer e ler muitas histórias em quadrinhos possibilitará que eles conheçam ainda mais as características desse gênero e possam tentar ler considerando aquilo que já sabem sobre o sistema de escrita. A linguagem visual desse portador de textos permite que utilizem as imagens como importante apoio para atribuir significado e tentar entender o que está escrito nos balões. Acompanhar a leitura do professor em voz alta, seguindo o texto em sua revista, é outra importante estratégia de trabalho (coordenar aquilo que é lido em voz alta com o texto escrito favorece muito os avanços das crianças em relação à leitura e à escrita.
Não esqueçam que esses momentos de leitura tanto poderão ser organizados de modo a valorizar a leitura autônoma dos alunos, como se constituir numa atividade permanente, que acontece, por exemplo, em dias fixos da rotina, uma ou duas vezes por semana.
Durante essas leituras, os alunos poderão estar sentados em suas carteiras, lendo sozinhos gibis diferentes, ou no caso de exemplares iguais, sentados em roda, organizados em duplas e acompanhando a leitura do professor.

*ALGUNS ENCAMINHAMENTOS QUE FAZEM TODA A DIFERENÇA
- Perguntar se os alunos conhecem as personagens;
- Fazer uma lista das personagens conhecidas;
- Conversar sobre as características delas - é importante saber, por exemplo, que a Magali é comilona para compreender por que aparece tanta comida em suas historinhas;
- Explorar os títulos, os nomes das personagens, as onomatopéias, o número que aparece nas páginas, as cores dos balões, sua ordem na leitura, etc.
- Após a leitura, será importante que os alunos possam conversar sobre o que leram, o que entenderam e se acharam ou não a história engraçada!

*OUTRAS SITUAÇÕES PODERÃO ENRIQUECER AINDA MAIS ESSA ATIVIDADE
-Ler a biografia de Maurício de Souza para conhecer o criador da turma da Mônica;
- Visitar o site da Turma da Mônica e acessar outras histórias em quadrinhos e jogos;
- Deixar que os alunos levem gibis para casa, para compartilhar a leitura com sua família nos finais de semana.

22 de julho de 2009

Que booooom...

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