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23 de maio de 2013

Educação musical: plano de aula Vivaldi

Tema: Apreciação significativa em música: escuta, envolvimento e compreensão da linguagem musical.


Nível de Ensino: Ensino Fundamental Inicial
 
Componente Curricular: Arte
 

Dados da Aula:

O que o aluno poderá aprender com esta aula

  • Conhecer a vida de Antônio Vivaldi
  • Aprender sobre os instrumentos de cordas (cravo, violino, violoncelo e outros).
  • Conhecer a formação das primeiras orquestras

Duração das atividades: 04 aulas

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno

No primeiro momento não precisa de nenhum conhecimento prévio para o aluno, pois estaremos trabalhando somente a escuta e o objetivo principal da aula é introduzir um novo gênero musical para os estudantes. Por isso, as sugestões de dinâmicas ou estratégias para prática da escuta. É importante que o professor estude sobre o período Barroco da Música Europeia, a orquestra desse período com seus principais instrumentos e a biografia de Antônio Vivaldi.

Observações para o professor

Já ministrei essa aula utilizando no primeiro momento a leitura da biografia de Antônio Vivaldi e para a escuta da peça musical aplicando a estratégia nº. 1.

Em outra oportunidade apliquei primeiro a estratégia e depois a biografia. Veja bem, textos biográficos e estas estratégias uso geralmente com crianças menores de 1º e 2º Ciclos, ou seja, até a quinta série ou 6º ano. Já com alunos de 3º ciclo (8ª série ou 9º ano) aprofundo mais introduzindo História da Música.

Certa vez iniciei falando sobre o gosto musical de cada um. Tratamos então, que cada aluno ou grupo de alunos traria seu gênero musical, falariam sobre o histórico e característica estilística da música em questão e, finalizando que nos ensinasse a utilizar essa música em nosso dia: cantando, dançando, etc. Quando chegou a minha vez, trabalhei com esta peça musical de Antônio Vivaldi.

Em outras duas oportunidades disponibilizei a peça musical e solicitei aos estudantes que criassem uma coreografia (dança) para a mesma. Diante dessa atividade, criaram grupos fixos de danças e apresentavam regularmente na escola, inclusive buscando novos repertórios.

Estratégias e recursos da aula

Visando levar um conteúdo musical ao qual os jovens e crianças não tem costume de ouvir proponho a escuta da “Vivaldi Concerto for Mandolin in C major , RV 425 3mov" (Concerto para Bandolin em Dó Maior. RV 425 3º movimento) de Antônio Vivaldi e utilizando os seguintes passos ou estratégias:

1. Escutar ou ouvir. (Com os olhos fechados ouvir a música em silêncio; após ouvir a peça podemos conversar com os alunos perguntando se já ouviram esta música; sobre o que imaginaram quando estavam escutando a música; se gostaram da música e porque gostaram ou não gostaram e outras perguntas que o professor pode relacionar).

2. Escutar, movimentar ou dançar. (Afastando as cadeiras dançar e movimentar-se de acordo com ritmo da música, orientando as crianças a se manter em silencio; para maior percepção musical pode-se fazer essa atividade também de olhos fechados; pedir para as crianças que criem passos para expressar corporalmente essa música).

3. Escutar e desenhar. (Neste exercício estaremos trabalhando interdisciplinarmente utilizando a música e a arte visual (plástica); Desenhar o que você imaginou ao ouvir a música; desenhar de olhos fechados não representando nenhum objeto ou situação cotidiana, nesta parte o professor pode introduzir futuramente a Arte Abstrata).

4. Escutar e tocar. (Utilizando a bandinha rítmica ou o próprio corpo tocar acompanhado o ritmo da música).

5. Escutar e recriar ou improvisar. (Colocar apenas um trecho da musica e pedir para as crianças que termine dando continuidade com uma criação deles, para isto pode utilizar-se da bandinha rítmica, do corpo e da voz. Pode até utilizar instrumentos convencionais, por exemplo: se alguém toca violão pedir que toque).

 

Recursos Complementares

Endereço para encontrar a peça em vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=p0r2Z7_OWmo&feature=related

Endereço para encontrar a peça em CD para compra:
http://www.mandolinmusic.co.il/Repertoire.html

Endereço para encontrar a biografia de Antonio Vivaldi:
http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u493.jhtm


 

Avaliação

1.Reconhecer timbres de instrumentos de cordas, de sopro e outros incluídos na obra escutada.

2.Distinguir características musicais próprias de Antonio Vivaldi.

** Autoria dessa aula:
Eva Aparecida da Silva - DIAMANTINO - MT NTE/CEFAPRO - (Diamantino)

FONTE:

Quatro tarefas diárias para acompanhar a vida escolar do seu filho


É hora de criar uma rotina de acompanhamento das atividades escolares de seu filho. São procedimentos diários, mas para que deem certo, é preciso segui-los com tranquilidade, prazer e real interesse.

1.       Veja se há lição de casa e coloque-se à disposição para ajudar;

2.       Pergunte sobre o que seu filho aprendeu na escola naquele dia;

3.       Converse sobre a escola, colegas de classe e professores;

4.       Folheie os cadernos e livros e verifique se os exercícios propostos estão sendo feitos, se há conteúdos anotados nos cadernos.

 Estas são atitudes que farão a diferença no desempenho escolar de seu filho e no interesse dele pela escola. Afinal, você está mostrando a importância que as coisas da escola têm ao se interessar verdadeiramente por elas.

 Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/blogs/jogo-rapido-educacao/ensino-fundamental-1/crie-uma-rotina-para-acompanhar-a-vida-escolar-do-seu-filho/

 Extraído do Blog: Cantinho da Ana
http://professoraencantada.blogspot.com.br/2012/05/quatro-tarefas-diarias-para-acompanhar.html

O PAPEL DO PROFESSOR COORDENADOR


O papel do Professor Coordenador no processo pedagógico das escolas

 * Estimular o trabalho em equipe

 Uma primeira questão deveria ser levantada com os professores coordenadores: fazê-los lembrar de que vão desempenhar um novo papel que já não é o de professor, ainda que esteja ligado por laços de afetividade aos colegas. Seu papel passa a ser bem diferente voltado para a orientação, gerenciamento e cobrança de resultados. E assim devem ser compreendidas as funções do Professor-Coordenador pelo Corpo Docente.

A primeira grande tarefa do Professor-Coordenador deve ser a de aglutinar os antigos colegas num trabalho de equipe, condição essencial para a melhoria do fazer pedagógico em sala de aula. Para isso, deve deixar claro os objetivos comuns da escola, rememorando o compromisso assumido na elaboração do "Plano Escolar".

 * Em busca de melhores resultados

 Primordial será analisar o desempenho de professores e alunos nos dois primeiros bimestres e, ao lado da Direção, propor ações efetivas para melhorar esse desempenho, pois não será preciso "queimar as pestanas" para concluir que, em média, o aproveitamento nas escolas públicas estaduais vai mal, muito mal (não andará muito melhor as de 1ª a 4ª séries). Detectados os índices de reprovação nas várias disciplinas, será importante discutir esses resultados, tanto em conjunto, como individualmente, com os professores. As trocas de informações com os docentes envolvidos com os baixos índices de aproveitamento às avaliações externas mostram-se imprescindíveis a fim de que conheçam, em profundidade, as características desses profissionais, entre as quais sua inclinação e vontade em remodelar seu trabalho e o grau de interesse pela aprendizagem do alunado, com vistas ao melhor desempenho nos bimestres que se seguirão. Esta entrevista servirá como uma troca de informações, objetivando a implementação de ações necessárias à melhoria do trabalho em sala de aula, propondo-se, se for o caso, alterações metodológicas, posto que as utilizadas, até o momento, mostraram-se ineficazes frente aos resultados, até o momento, obtidos. Do lado do professor, haverá "N" justificativas, indo da falta de pré-requisitos à conduta negativa do aluno em sala de aula, justificativas essas que, afinal, são um convite ao imobilismo e à manutenção do "status quo", mesmo porque muitos são incapazes de exercer auto-crítica sobre a sua atuação no desenvolvimento dos conteúdos e no relacionamento com o alunado. É necessário haver um esforço do Professor-Coordenador, no sentido de reestimular o docente envolvido com maus resultados para o compromisso de tentar novas formas de trabalho capazes de alterar os rumos do processo. Uma vez conseguido tal compromisso, será imprescindível da parte do Professor-Coordenador acompanhar essas ações para que tudo o que se replanejou, não se perca nas boas intenções momentâneas (muito comum nas escolas públicas nas quais se fazem excelentes planos escolares para serem esquecidos algumas semanas após o início do ano letivo). Relembrar, em todas as reuniões, o que foi planejado para a escola. Reler planos e projetos, na busca do objetivo geral. Discutir com os professores a questão da assiduidade e buscar razões do excesso de falta de muitos às aulas é uma tarefa a ser levada adiante se se pretende a melhoria do trabalho dos faltosos (sob muitos aspectos, uma das principais causas do mau aproveitamento da classe, dada a descontinuidade do processo pedagógico naquela disciplina).

 * O acompanhamento do processo

 Quanto ao acompanhamento dos conteúdos planejados, deve o coordenador não só o basear no registro existente nos diários, como também louvar-se no caderno dos alunos, fonte essencial para saber a quantas andam as classes em relação àquilo que o docente se comprometeu a desenvolver. Se considerarmos a aprendizagem algo cumulativo, cujos conteúdos devem estar interligados ao longo do curso, o não cumprimento do que se planejou provocará lacunas irreversíveis na aprendizagem, o que não sucederia se o problema fosse detectado a tempo. Muito poderá fazer o Professor-Coordenador pelo aperfeiçoamento dos docentes nas HTPCs e Reuniões Pedagógicas, selecionando textos, mormente os que tratem de metodologia para o desenvolvimento dos conteúdos, das quais se ressente vasta proporção de docentes acostumados a trabalhar apenas com questionários (à guisa de síntese das unidades) e excessivo uso do livro didático que, de simples material de apoio, vem se transformando em peça essencial do trabalho em sala de aula. Cabe ao Professor-Coordenador oferecer, tanto quanto possível, material para a leitura do grupo, que será tanto mais eficaz quando se relacionar ao dia-a-dia dos professores nas diferentes áreas e disciplinas cujos resultados da leitura e discussão, cheguem realmente à sala de aula. Por meio dessas leituras e discussões, estar-se-ia fazendo, até mesmo, um verdadeiro treinamento em serviço, desde que o Professor-Coordenador acompanhe passo a passo a aplicação daquilo que resultou dos debates do grupo sobre determinadas matérias interessantes à melhoria da qualidade das aulas nas disciplinas onde se observam defasagens graves. Cabe também, ao coordenador, examinar as dificuldades para o cumprimento do projeto e trazer para debate sugestões para vencê-las (segundo sua proposta de trabalho).

 * A importância da pauta da HTPC

 Relevante será para o Professor-Coordenador organizar, previamente, a pauta das HTPC’s, que se constituirá em prática eficiente para evitar improvisações, provocando críticas da parte dos envolvidos, colocando em cheque seu trabalho, mormente quando alguns professores realizam a HTPC a contragosto.

Evitar os famosos "quebra galhos" para as HTPC’s é mais uma tarefa do Professor-Coordenador. Fazer de conta que a HTPC está sendo realizada, quando os professores inscritos se encontram dispersos por diversos horários e até em janelas é o primeiro passo para desacreditar nesse importante momento pedagógico. Como os professores de 5ª a 8ª séries estão obrigados a essa atividade, os que se inscreveram deverão cumpri-las, realmente. Irregularidades nesta atividade recairão, fatalmente, sobre as costas dos professores-coordenadores de ora em diante.

 * Atuando sobre as avaliações

 Outra atividade de suma importância nas HTPC’s é a constante análise das avaliações (internas e externas) que serão aplicadas aos alunos. Nesse aspecto, seria relevante que os professores-coordenadores solicitassem aos docentes os critérios de avaliação, os instrumentos utilizados no bimestre e cópia das provas, a fim de facilitar análises em grupo, para saber dos propósitos dos docentes ao elaborá-las, se as questões estão voltadas para a introjeção de conceitos básicos de cada conteúdo dentre outras questões que cercam as avaliações. A prática nos demonstra que, entre muitos docentes, as provas constituem um mero amontoado de questões nas quais os objetivos não se expressam claramente; os conceitos básicos da unidade a ser avaliada não ganham relevância; as menções numéricas são simplesmente convertidas em menções alfabéticas, contrariando a filosofia vigente . Lutar pela introdução de variados instrumentos de avaliação, no fazer do docente, constituirá importante contribuição do professor-coordenador para a melhoria do desempenho dos professores e alunos.

 * Atuando sobre as recuperações

 O mesmo se poderá dizer das recuperações (cujas provas devem ser arquivadas para evitar problemas ligados a eventuais recursos dos pais após a avaliação final do ano letivo). As HTPC’s e Reuniões Pedagógicas ensejarão ao Professor-Coordenador orientar o corpo docente no sentido de fazê-lo compreender que a recuperação não constitui mera repetição dos conteúdos não apreendidos, mas um novo momento no qual se aplicarão métodos diferenciados para atingir os objetivos propostos pelo professor. Discutir novas metodologias implicará em o professor-coordenador buscar fontes de informações para se equipar. Nesse aspecto, cabe à Secretaria da Educação providenciar sérios treinamentos para alguém que foi jogado ex-abrupto num contexto pedagógico eivado de problemas, os quais já seriam difíceis de serem enfrentados até mesmo por um especialista.

 * A contínua análise dos resultados

 Dispondo de 40 horas semanais, haverá tempo para que os professores-coordenadores elaborem gráficos de aproveitamento das séries, a fim de levar aos professores informações fundamentais sobre o desempenho dos alunos em todas as disciplinas para, sistematicamente, discutir esses resultados com os docentes, buscando, sempre, novas soluções para o aprimoramento das avaliações. Por outro lado, nada impede ao Professor-Coordenador manter contato direto com as classes e alunos em dificuldades, transmitindo-lhes orientações para que se apliquem mais em determinadas disciplinas. Será mais uma contribuição à melhoria do ensino-aprendizagem, se todos se congregarem em uma verdadeira equipe para atingir objetivos comuns.

 

* LEGISLAÇÃO PARA CONSULTA : Resolução SE nº 76/97

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