SEGUIDORES...

4 de abril de 2013

Plano de atividades de Berçário

Segue abaixo uma sugestão de programação semanal de atividades de Berçário, com respectivos objetivos:

(a) Aprendizagem Ativa (Exploração PSM/Vida prática)
(b) Linguagem
(c) Exp. e representação
(d) Raciocínio lógico e relação espacial


Segunda – Feira:

(a) Folhear livros (capa dura/plástico ou pano) e revistas
(b) Ouvir pequenas histórias (livros e gravuras)
(b) Música com gestos
(b) Brincar com a língua, barulhos, repetição de sílabas/onomatopeias
(c) Trabalhar com os sentidos: visão (esconder e encontrar objetos)
(c) Uso do espelho: ver a si e ao outro
(d) Trabalhar quantidade: muito/pouco, cheio/vazio, mais/menos

 
Terça - Feira:

(a) Tinta caseira
(b) Cartões de linguagem
(b) Música com gestos
(c) Trabalhar com os sentidos: Tato (textura, peso, temperatura)
(d) Trabalhar com semelhanças e diferenças
(d) Comparar objetos quanto a forma, tamanho e cor
(d) Dobrar e amassar papéis (modificar formas dos objetos)

 
Quarta – Feira:

(a) Rasgar e amassar papéis (texturas variadas)
(b) Observar fotos e revistas (identificar objetos, pessoas e lugares)
(b) Música com gestos
(c) Trabalhar com os sentidos: Olfato
(c) Trabalhar partes do corpo
(d) Separar objetos em caixas/classificação (ajudar a arrumar)
(d) Realizar atividades que explorem: perto/longe (c/ o corpo, gravuras, fotos)

 
Quinta – Feira:

(a) Brincar com sucata
(b) História com fantoches
(b) Música com gestos
(c) Trabalhar com os sentidos: Audição (sons produzidos com objetos e o corpo)
(d) Jogos de encaixe
(d) Guardar objetos em diferentes tamanhos de caixas
(d) Realizar ativ. que explorem: junto/separado (c/ o corpo, gravuras, fotos)

 
Sexta – Feira:

(a) Massinha caseira
(b) Cartões de linguagem
(b) Fazer ruídos com a boca (beijo, som do índio, estalar língua...)
(b) Música com gestos
(c) Trabalhar com os sentidos: (paladar)
(c) Brincar de faz de conta: panelinha, carrinho, boneca, telefone...)
(d) Empilhar objetos (até 3 objetos)
(d) Realizar atividades que explorem: por cima/por baixo (c/ o corpo, gravuras, fotos)

 
Shantala

A Shantala é uma massagem de origem indiana própria para bebês. Foi trazida para o ocidente pelo médico francês Frederick Leboyer. O objetivo maior dessa técnica milenar é ampliar os momentos de contato com a criança e fortalecer os vínculos afetivos, trabalhando a integração, troca de afeto e despertar a confiança.
Ela relaxa e acalma, aliviando as cólicas e pressões de ventre e tem como característica fazer com que o bebê tenha lembranças dos movimentos intra-uterinos, quando o líquido amniótico que a envolvia enquanto feto, o massageava com pequenas contrações.
 

Atividades lúdicas

As atividades lúdicas têm um papel fundamental na estruturação do psiquismo da criança, é no ato de brincar que a criança utiliza elementos de fantasia e realidade e começa a distinguir o real do imaginário. É através da ludicidade que ela desenvolve não só a imaginação, mas também fundamenta afetos, elabora conflitos e ansiedade, explora habilidades e, a medida que assume múltiplos papéis, fecunda competências cognitivas e interativas.

Através da ludicidade a criança vai estruturando e construindo seu mundo interior e exterior. As atividades lúdicas podem ser consideradas como meio pelo qual a criança efetua suas primeiras grandes realizações, que através do prazer, ela expressa a si própria, suas emoções e fantasias.

Psicomotricidade

A Psicomotricidade contribui de maneira expressiva para a formação e estruturação do esquema corporal e tem como objetivo principal incentivar a prática do movimento em todas as etapas da vida de uma criança. Por meio das atividades, as crianças, além de se divertirem, criam, interpretam e se relacionam com o mundo em que vivem. Por isso, cada vez mais os educadores recomendam que os jogos e as brincadeiras ocupem um lugar de destaque no programa escolar desde os primeiros momentos da educação.


 
Fonte: Professora Maria Melo

Retirado:

Atividades de simetria





 FONTE: Blog Quadrinhos do bem colorir


O trabalho com Matemática na Ed. Infantil


As atividades de Matemática devem possibilitar aos alunos o desenvolvimento das capacidades descritas no Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil: conhecimento de mundo, do Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental, as quais transcrevemos a seguir:
>          Estabelecer aproximações a algumas noções matemáticas presentes no seu cotidiano, como contagem, relações espaciais, etc.

>          Reconhecer e valorizar os números, as operações numéricas, as contagens orais e as noções espaciais como ferramentas necessárias no seu cotidiano;
>          Comunicar idéias matemáticas, hipóteses, processos utilizados e resultados encontrados em situações problema relativos há quantidades, espaço físico e medida utilizando a linguagem oral e a linguagem matemática;

>          Ter confiança em suas próprias estratégias e na sua capacidade para lidar com situações matemáticas novas, utilizando seus conhecimentos prévios.
Brincando, jogando, cantando, ouvindo histórias, o educando estabelece conexões entre o seu cotidiano e a Matemática, entre a Matemática e as demais áreas do conhecimento e entre diferentes temas matemáticos.

Diversas ações intervêm na construção dos conhecimentos matemáticos, como recitar a seu modo a sequência numérica, fazer comparações entre quantidades e entre notações numéricas e localizar-se espacialmente. Essas ações ocorrem fundamentalmente no convívio social e no contato das crianças com histórias, contos, músicas, jogos, brincadeiras etc.
Às noções matemáticas abordadas na Educação Infantil corresponde uma variedade de brincadeiras e jogos, principalmente aqueles classificados como de construção e de regras.

Vários tipos de brincadeiras e jogos que possam interessar à criança pequena constituem-se rico contexto em que idéias matemáticas podem ser evidenciadas pelo adulto, por meio de perguntas, observações e formulação de propostas. São exemplos disso, cantigas, brincadeiras como a dança das cadeiras, quebra-cabeças, labirintos, dominós, dados de diferentes tipos, jogos de encaixe, jogos de cartas, etc.

Receita de massinha de moldelar e atividade



FONTE: Blog Jardim da Tia Dani

Coisinhas fofinhas para caderninhos...

 
Muito fofinho, é só você recortar agenda 2011 e colar no caderno do educando:
 
Olha este mandamento, é show, não é mesmo!!!



FONTE: Blog Jardim da Tia Dani

Capinhas fofas





FONTE: Blog Jardim da Tia Dani.

Sugestões de atividades: Maternal II


Todas as atividades do maternal I e mais:

• Oferecer revistas com figuras diversas, tanto conhecidas como novas ampliando seu conhecimento.
• Identificar objetos e animais incompletos, solicitando que identifique a figura como um todo.
• Rasgar folhas de revista e tentar juntar reconstruindo a figura.
• Fazer a chamada utilizando a ficha com o nome próprio permitindo que a criança reconheça o seu nome no conjunto dos demais.
• Oferecer livros ilustrados com pequenas histórias para as crianças manusearem.
• Brincar com a criança associando o som ao conceito do objeto. EX.: Miau para o gato, piu piu para o pintinho, e au au para o cachorro, etc.
• Oferecer objetos concretos, estimulando-os a discriminá-los.

• Oferecer embalagens vazias para que a criança possa empilhar enfileirar ou brincar livremente.
• Mostrar o livro de história após Ter lido, solicitando que aponte personagens.
• Proporcionar oportunidades de ouvir músicas clássicas e populares.
• Memorizar pequenos trechos de poemas, parlendas ou canções.

• Oferecer caixas de diversos tamanhos e formas, para a criança enfileirar para a menor ou encaixar uma dentro da outra.
• Oferecer lápis de cor, canetas, giz de cera, giz colorido e papéis diversos para a criança rabiscar livremente, sem levar em conta a grafia do trabalho.
• Oferecer giz colorido para rabiscar no chão, no pátio e no quadro.
• Estabelecer e ler os combinados com a turma.

• Permitir que ela faça o reconto de pequenos trechos das histórias contadas pelo educador.
• Interagir com as crianças na hora da alimentação, dizendo o nome dos alimentos que lhes são oferecidos.
• Manusear revistas infantis e identificar alguns personagens.
• Rasgar, amassar, jornais e folhas de revistas, em seguida amassá-los.
• Brincar com corda passando por cima e por baixo da mesma.
• Cantar acompanhando o ritmo com instrumentos ou objetos que produzem sons.

• Percorrer linhas diversas desenhadas no chão (retas, curvas, sinuosas, etc.).
• Imitar sons, gestos sugeridos por um modelo.


MATERIAIS PARA O MATERNAL II

Todos os usados no maternal I e mais:

• Jogos diversos de montar e desmontar.
• Jogos de madeira e plásticos desmontáveis.
• Massa de modelar e argila.
• Tinta guache, aquarela, tinta de dedo, etc.
• Materiais representativos da realidade: bonecas, carrinhos, panelinhas, telefone, espelho, banquetas, bolsas, etc.
• Bolas de diversos tamanhos e cores.
• Casinha de boneca, corda.
• Jogos simples de completar figuras.
• Caixas de papelão de variados tamanhos.
• Quebra cabeça simples.

1 de abril de 2013

Sugestões de atividades: Maternal I




Manusear livros de histórias (pano ou de plástico).
• Manusear revista e revistas infantis.
• Histórias à vista das gravuras do livro (histórias pequenas).
• Histórias contadas pelo educador com o apoio de fantoches.
• Fazer o re-conto das histórias lidas (professor).
• Apresentar papéis de diferentes texturas para a criança amassar, rasgar, embolar.
• Colocar nome no escaninho pessoal, o nome do aluno e mostrar-lhe
• Oferecer canetas, lápis colorido, giz de cera e deixa-la rabiscar livremente.
Cantar ou recitar parlendas, poesias, músicas ou quadras, dando estímulos para que a criança antecipe ações.

EX.: parabéns pra você. Espera-se que a criança bata palmas logo que comece a canção.
• Solicitar à criança que antecipe gestos e ações as atividades de rotina do dia. EX.: Apanhar a lancheira na hora da merenda.
• Ajudar o aluno a identificar objetos e figuras de pessoas conhecidas.
• Trabalhar diariamente os combinados com o apoio dos fantoches.

• Registar a rotina no quadro.
• Oferecer encartes ou cartão com rótulos de produtos diversos para que a criança identifique.
• Brincar de empilhar caixas vazias de embalagens diversas.
• Recitar parlendas, quadras ou poemas nos deslocamentos feitos na escola.
• Imitar sons e gestos sugeridos por um modelo.
• Soltar objetos dentro de uma caixa.
• Soltar e pegar no ar sem deixar cair pena, algodão, papel picado.
• Empurrar caixas de vários tamanhos com os pés.
• Enfileirar blocos, embalagens, caixas, etc.
• Saltar pequenos obstáculos.
Bater bola no chão e agarrar em seguida.
• Encaixar blocos em orifícios diversos.
• Solicitar a criança em diferentes situações que atenda a ordens simples como pegar um brinquedo, ninar a boneca, pega o lápis, etc.
• Contar e ler histórias diariamente (pode repetir a história).
• Estimular à criança a lembrar de atividades não rotineiras.
EX.: após um passeio ou um filme assistido que nomeie as coisas que viu.
• Rasgar folhas de revistas e tentar unir os pedaços reconstruindo as figuras.
• Brincar de esconder objetos à vista da criança, solicitando em seguida que ela encontre.
• Brincar de dar passos grandes e pequenos, para que ela adquira as noções de dimensão espacial em relação ao próprio corpo.
• Oferecer cubos diversos para fazer “torres e fileiras”.
• Colocar as crianças em frente ao espelho, pedindo que mostre algumas partes de seu corpo.
• Fazê-la sentir necessidade de pedir o que deseja, dizendo o nome não apenas apontando.
• Pedir que diga seu próprio nome ou apelido.
• Oferecer jogos de encaixe diversos e deixá-la brincar livremente.
Brincar com a criança de jogos de encaixar, montar, desmontar, derrubar, etc.
Fornecer a variedade de materiais que estimulem os diferentes sentidos (visão audição, tato, etc.) permitindo intensa manipulação.

• Oferecer lápis de diferentes tipos de papel para que rabisque, não levando em conta seu tipo de expressão.
• Valorizá-las nas suas recém-adquiridas habilidades.

 
MATERIAIS QUE PODEM SER USADOS

• Jogos de borracha ou plástico desmontáveis.
• Brinquedos representativos de sua realidade (carrinhos, panelinhas, bonecas, bichinhos, etc.).
• Blocos diversos para montar.
• Cubos de diversos tamanhos.
• Lápis de cera, giz, pincéis, tintas, lápis de cor, etc.
• Espelho grande na parede.
• Brinquedos sonoros.
• Caixas com orifícios.
• Embalagens diversas, vazias.
Fantoches.
• Bolas, bonecas, brinquedos para brincar de casinha.
• Caixas de papelão de vários tamanhos.
• Regador, brinquedos de puxar.
• Copos de plástico e potes de iogurte.
• Fichas com o nome dos alunos.
• Argolas coloridas.
• Potes, garrafas, latas fechadas, contendo dentro materiais diversos (areia, arroz, feijão, milho, etc.)
• Brinquedos coloridos e sonoros.
• Instrumentos musicais.
Painéis com vários estímulos para exploração.
• Papeis coloridos de texturas variadas.
• Revistas e revistas infantis.
• Massa plástica, lixas, etc.
• Assistir programas ou desenhos infantis selecionados na televisão.
• Incentivar o aluno a desenvolver hábitos de higiene. EX.: lavar e secas as mãos antes de se alimentar, escovar dentes, etc.
• Brincar de entrar em caixas de papelão.
• Apresentar a ficha ou crachá com nome próprio e nomeá-lo para a criança.
• Levar a criança a imitar a voz dos personagens das histórias trabalhadas.
Levar a criança a identificar figuras e objetos familiares e pessoas, inclusive a si mesma.

• Incentivar a criança a destampar caixas diversas, para procurar o que tem dentro.

Fingir estar doente e faltar à aula

 
Você já deve ter visto que algumas criança têm resistência a idéia de ir para a escola. Algumas crianças vão de boa vontade ao local de ensino, já outras apresentam dificuldades em aceitar o fato de que precisa estudar. E é preciso estudar bem as causas dessa resistência, já que o seu filho pode começar a inventar maneiras de fugir da escola, como por exemplo, fingir que está doente.
Além de estar sempre atenta a situação de saúde do filho, a mãe deve prestar atenção se o stress da ida à escola não está deixando o seu filho realmente doente. Algumas vezes isso pode ser fingimento, mas outras vezes pode ser realidade e você precisa estar atenta para poder diferenciar as duas situações.
E não pense que é raro as crianças se fingirem de doentes para fugirem da escola. Você certamente ouvirá essa queixa de muitas outras mães. Geralmente esse comportamento é mais comum entre as crianças que tem entre cinco e dez anos. A criança não age assim todas as vezes por maldade ou por ser levada. A criança pode se sentir paralisada de uma tal maneira que só a segurança do lar a reconforte.
Se esse for o caso do seu filho, não se desespere já que os sintomas são muito fáceis de serem tratados e por vezes você nem precisa recorrer a ajuda de um profissional. Há casos em que esses sintomas são passageiros e geralmente aparecem no inicio da vida letiva da criança ou quando há mudança de escola ou de cidade.
As queixas mais comuns : dor de cabeça, dor de garganta, dor de barriga, enjôos, e dor de estômago.
Se esse for o caso do seu filho, insista para que ele vá a escola, mesmo que diga que está doente. Só assim ele poderá se acostumar a esse novo ambiente e poder sarar dos sintomas do medo de ir a escola. Você notará que a freqüência das queixas de doenças vão aos poucos desaparecendo.
As queixas mais comuns dos pais ouvirem é que as crianças estão com dor de cabeça, garganta ou enjoadas e com o estômago também dolorido. Esses sintomas aparecem na hora que você os chama para ir ao colégio e desaparecem logo depois e voltam a surgir no dia seguinte. É muito comum a criança fazer manha exagerada e se negar a sair de casa.
Esses sintomas também podem aparecer depois de um longo período de convivência da mãe com o filho, como por exemplo, depois de feriados, finais de semana ou férias em que o filho fica o dia todo com a mãe e não quer abandonar esse conforto.
Casos esses sintomas persistam, é bom procurar a ajuda de um especialista para poder te orientar e pode também trabalhar no foco do problema e descobrir porque a criança tem medo de ir ao colégio. O que não pode acontecer, em hipótese alguma é você deixar com que seu filho falte as aulas ou deixe esse medo o dominar.
 
Saiba mais sobre o tema em: – Boa Saúde UOL
 

Comportamentos da professora da Ed. Infantil: Jardim


É muito importante que VOCÊ lembre-se disso, sempre...


Compreendendo a criança...

  1. O Jardim de Infância bem organizado contribuí para a formação harmônica da criança em seus aspectos biológico e psíquico.
  2. A Professora deve possuir sólidos conhecimentos de psicologia infantil e de didática especial.
  3. A missão da Professora não é instruir, mas educar, criar hábitos, corrigir com suavidade e fineza.
  4. No período em que a criança freqüenta o Jardim de Infância ela deve ignorar que está sendo educada e aprendendo, deve pensar que está somente brincando.
  5. As atividades no Jardim de Infância devem ser tão bem conduzidas que a criança ao sair do Jardim deve recordar do mesmo com saudade.
  6. A Primeira aptidão artística que se manifesta na criança é a musical, por esse motivo no Jardim de Infância deve-se cantar a toda hora e em qualquer ocasião.
  7. As atividades manuais concorrem para a correção dos desajustamentos psíquicos motores.
  8. A leitura de histórias desenvolve o grau de atenção e vocabulário da criança, preparando o terreno para a alfabetização.

Algumas Brincadeiras de alto valor Didático

Compreendendo a criança...

  1. Brincadeiras de adivinhações são excelentes para desenvolver a capacidade de abstração, concatenação e formação de idéias;
  2. Brincar com água é uma necessidade para todas as crianças nervosas ou difíceis é altamente benéficas para as crianças em geral;
  3. Uma brocha de pintar ou pincel largo e um balde com água para pintar paredes da casa ou azulejos do banheiro é um brinquedo que fascina as crianças e desperta nelas o senso de limpeza;
  4. Os jogos de silêncio e imobilidade são ótimos como exercícios de controle motor e auto-domínio;
  5. Os brinquedos cantados são atividades de grande valor para a idade pré-escolar;
  6. Brincadeiras ao ar livre devem começar com uma breve explicação da importância das árvores, animais, amizades, nossa família, etc. Isso desperta nas crianças amor à natureza e senso de cooperação.
Comportamento social e atividades criativas.

Você sabia que...
Compreendendo a criança...

  1. A criança se educa socialmente quando trabalha em grupo?
  2. Quando a criança divide o seu trabalho com outros ou ajuda alguém, aprende a prática de hábitos de cortesia e ordem?
  3. Amando a criança compreenderá melhor suas fraquezas, tornando-se mais fácil sua educação?
  4. A bondade, aliada à firmeza, e não a rudeza de palavras são um instrumento poderoso para conseguir a obediência da criança?
  5. Bons brinquedos e jogos inteligentemente dirigidos transformam o mundo da criança?
  6. Dos quatro aos seis anos, a criança deve ter à sua disposição e em grande abundância, brinquedos e jogos de todo o tipo, que estimulem o seu espírito criador?
  7. Os materiais que estimulam a atividade criadora são papel em folhas grandes, papel de seda, lápis, crayon, tinta, giz de cera, um quadro-negro, massas, brinquedos de recortes, caixas velhas de cartolina, etc.?
  8. Os brinquedos que precisem ser puxados ou empurrados pela criança auxiliam-na a desenvolver o equilíbrio e aprender a andar e correr?
  9. Brinquedos de armar estimulam a habilidade?
  10. Brinquedos compostos de mais de uma parte, exercitam a coordenação do tato com a vista?

Histórias no Jardim da Infância.

Historinhas são tão importantes para a criança, quanto a necessidade de brincar.

Compreendendo a criança...

A professora de jardim de Infância deve contar histórias diàriamente. Estas podem ser conhecidas ou novas, dependendo do interesse da turma, sendo que o número de repetições é ilimitado.

A escolha das histórias deve ser feita entre os livros de pouco texto, linguagem simples e com ilustrações grandes e sugestivas, atendendo às diferentes necessidades da turma.
Exemplo: A professora sabe, por informações dos pais, que uma das crianças do grupo tem problemas de alimentação; ela, então, poderá contar uma história do COELHINHO MANHOSO.
No preparo de um plano de trabalho atender-se-á a diferentes itens, dentre os quais:
Horário - Em jardim, com exceção das atividades em que a escola necessita que haja uma coordenação de horário das turmas (lavagem das mãos, merenda, higiene dentária, recreio, repouso), o horário não pode ser rígido.
As atividades deverão surgir do modo mais natural possível e de acordo com as oportunidades.
A criança não deve sentir que há "hora da história". Para tal a professora deve usar todos os artifícios.

  1. Local e Arrumação - A professora poderá contar a história dentro da sala, no pátio, com as crianças sentadas nos degraus de uma escada, no jardim, etc.
    Quanto à arrumação, as crianças deverão ficar de frente para a professora de modo que todas vejam perfeitamente o livro, a professora dramatizando a história ou o material que está sendo usado.
  2. Motivação - A criança não deve perceber que a professora deseja contar uma determinada história. Cabe a esta, pondo em jogo toda a sua habilidade, levar o interesse do grupo a um ponto tal que a história venha a ser solicitada pelo mesmo.
  3. Apresentação da História - A professora precisa conhecer bem o texto da história porque ela não deve ler, mas sim, contar; e contar com linguagem simples, ao alcance do grupo que a ouve.
  4. A história deve ser contada com o auxílio do material (livro, desenhos no quadro negro, fantoches, gravuras, figuras dos personagens recortadas em cartolina, teatros de sombra e de vara, etc.) porque a criança de jardim precisa de algo concreto para poder seguir a sequência do que lhe está sendo contado. Durante a história a professora pode, de vez em quando, solicitar a cooperação da criança - por exemplo: "... e agora, diz ela virando a página e mostrando às crianças; Olhem quem vem falar com o cãozinho... isso mesmo o padeiro."
    Este artifício poderá também ser usado quando a professora perceber que houve um momentâneo desinteresse das crianças. 
     
    Comentário - Embora a história, para a criança, seja sempre apenas recreativa, a professora não deve deixar escapar esta esplêndida oportunidade de aumentar os conhecimentos do grupo por meio de comentários sobre a mesma. Para isso, a professora, ao escolher a história, deve prever o que de interessante e útil poderá conversar com as crianças. Exemplo: Numa história em que um cãozinho fala com pessoas de diferentes profissões, o assunto do comentário pode ser encaminhado para as "profissões" - as da história, outras que as crianças conheçam e algumas que a professora habilmente lembra.

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