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1 de abril de 2013

Comportamentos da professora da Ed. Infantil: Jardim


É muito importante que VOCÊ lembre-se disso, sempre...


Compreendendo a criança...

  1. O Jardim de Infância bem organizado contribuí para a formação harmônica da criança em seus aspectos biológico e psíquico.
  2. A Professora deve possuir sólidos conhecimentos de psicologia infantil e de didática especial.
  3. A missão da Professora não é instruir, mas educar, criar hábitos, corrigir com suavidade e fineza.
  4. No período em que a criança freqüenta o Jardim de Infância ela deve ignorar que está sendo educada e aprendendo, deve pensar que está somente brincando.
  5. As atividades no Jardim de Infância devem ser tão bem conduzidas que a criança ao sair do Jardim deve recordar do mesmo com saudade.
  6. A Primeira aptidão artística que se manifesta na criança é a musical, por esse motivo no Jardim de Infância deve-se cantar a toda hora e em qualquer ocasião.
  7. As atividades manuais concorrem para a correção dos desajustamentos psíquicos motores.
  8. A leitura de histórias desenvolve o grau de atenção e vocabulário da criança, preparando o terreno para a alfabetização.

Algumas Brincadeiras de alto valor Didático

Compreendendo a criança...

  1. Brincadeiras de adivinhações são excelentes para desenvolver a capacidade de abstração, concatenação e formação de idéias;
  2. Brincar com água é uma necessidade para todas as crianças nervosas ou difíceis é altamente benéficas para as crianças em geral;
  3. Uma brocha de pintar ou pincel largo e um balde com água para pintar paredes da casa ou azulejos do banheiro é um brinquedo que fascina as crianças e desperta nelas o senso de limpeza;
  4. Os jogos de silêncio e imobilidade são ótimos como exercícios de controle motor e auto-domínio;
  5. Os brinquedos cantados são atividades de grande valor para a idade pré-escolar;
  6. Brincadeiras ao ar livre devem começar com uma breve explicação da importância das árvores, animais, amizades, nossa família, etc. Isso desperta nas crianças amor à natureza e senso de cooperação.
Comportamento social e atividades criativas.

Você sabia que...
Compreendendo a criança...

  1. A criança se educa socialmente quando trabalha em grupo?
  2. Quando a criança divide o seu trabalho com outros ou ajuda alguém, aprende a prática de hábitos de cortesia e ordem?
  3. Amando a criança compreenderá melhor suas fraquezas, tornando-se mais fácil sua educação?
  4. A bondade, aliada à firmeza, e não a rudeza de palavras são um instrumento poderoso para conseguir a obediência da criança?
  5. Bons brinquedos e jogos inteligentemente dirigidos transformam o mundo da criança?
  6. Dos quatro aos seis anos, a criança deve ter à sua disposição e em grande abundância, brinquedos e jogos de todo o tipo, que estimulem o seu espírito criador?
  7. Os materiais que estimulam a atividade criadora são papel em folhas grandes, papel de seda, lápis, crayon, tinta, giz de cera, um quadro-negro, massas, brinquedos de recortes, caixas velhas de cartolina, etc.?
  8. Os brinquedos que precisem ser puxados ou empurrados pela criança auxiliam-na a desenvolver o equilíbrio e aprender a andar e correr?
  9. Brinquedos de armar estimulam a habilidade?
  10. Brinquedos compostos de mais de uma parte, exercitam a coordenação do tato com a vista?

Histórias no Jardim da Infância.

Historinhas são tão importantes para a criança, quanto a necessidade de brincar.

Compreendendo a criança...

A professora de jardim de Infância deve contar histórias diàriamente. Estas podem ser conhecidas ou novas, dependendo do interesse da turma, sendo que o número de repetições é ilimitado.

A escolha das histórias deve ser feita entre os livros de pouco texto, linguagem simples e com ilustrações grandes e sugestivas, atendendo às diferentes necessidades da turma.
Exemplo: A professora sabe, por informações dos pais, que uma das crianças do grupo tem problemas de alimentação; ela, então, poderá contar uma história do COELHINHO MANHOSO.
No preparo de um plano de trabalho atender-se-á a diferentes itens, dentre os quais:
Horário - Em jardim, com exceção das atividades em que a escola necessita que haja uma coordenação de horário das turmas (lavagem das mãos, merenda, higiene dentária, recreio, repouso), o horário não pode ser rígido.
As atividades deverão surgir do modo mais natural possível e de acordo com as oportunidades.
A criança não deve sentir que há "hora da história". Para tal a professora deve usar todos os artifícios.

  1. Local e Arrumação - A professora poderá contar a história dentro da sala, no pátio, com as crianças sentadas nos degraus de uma escada, no jardim, etc.
    Quanto à arrumação, as crianças deverão ficar de frente para a professora de modo que todas vejam perfeitamente o livro, a professora dramatizando a história ou o material que está sendo usado.
  2. Motivação - A criança não deve perceber que a professora deseja contar uma determinada história. Cabe a esta, pondo em jogo toda a sua habilidade, levar o interesse do grupo a um ponto tal que a história venha a ser solicitada pelo mesmo.
  3. Apresentação da História - A professora precisa conhecer bem o texto da história porque ela não deve ler, mas sim, contar; e contar com linguagem simples, ao alcance do grupo que a ouve.
  4. A história deve ser contada com o auxílio do material (livro, desenhos no quadro negro, fantoches, gravuras, figuras dos personagens recortadas em cartolina, teatros de sombra e de vara, etc.) porque a criança de jardim precisa de algo concreto para poder seguir a sequência do que lhe está sendo contado. Durante a história a professora pode, de vez em quando, solicitar a cooperação da criança - por exemplo: "... e agora, diz ela virando a página e mostrando às crianças; Olhem quem vem falar com o cãozinho... isso mesmo o padeiro."
    Este artifício poderá também ser usado quando a professora perceber que houve um momentâneo desinteresse das crianças. 
     
    Comentário - Embora a história, para a criança, seja sempre apenas recreativa, a professora não deve deixar escapar esta esplêndida oportunidade de aumentar os conhecimentos do grupo por meio de comentários sobre a mesma. Para isso, a professora, ao escolher a história, deve prever o que de interessante e útil poderá conversar com as crianças. Exemplo: Numa história em que um cãozinho fala com pessoas de diferentes profissões, o assunto do comentário pode ser encaminhado para as "profissões" - as da história, outras que as crianças conheçam e algumas que a professora habilmente lembra.

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