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22 de agosto de 2011

Texto para crianças 3

EM BUSCA DE LUCROS


Apesar dos problemas enfrentados pelos viajantes, nos séculos VX e XVI as caravelas representavam o símbolo do avanço tecnológico dos portugueses, pois suas velas podiam ser ajustadas conforme a direção do vento.

No século XV, os portugueses navegavam pelo oceano Atlântico, realizando comércio em diferentes pontos da costa da África. Adquiriam artigos variados (como ouro, marfim, escravos), que revendiam na Europa a preços elevados, obtendo grandes lucros.

Em 1498, Vasco da Gama contornou a costa do continente africano e chegou ao Oriente (que chamavam de Índia). Retornou a Portugal com a embarcação carregada de especiarias (cravo, pimenta-do-reino, gengibre, noz-moscada), artigos de grande interesse dos europeus, que proporcionariam enormes lucros.

A viagem de Portugal à Índia pelo Atlântico durava meses e era repleta de dificuldades. Naquela época as embarcações eram movidas a vento.
Se houvesse uma calmaria, isto é, um período sem ventos, a esquadra podia ficar vários dias parada em alto-mar. Com isso, a comida e a água potável iam tornando-se escassas, e muitos viajantes morriam de fome e de sede. Além disso, a comida estragava facilmente e as condições de higiene nas embarcações eram precárias, o que causava muitas doenças nos viajantes.
As tempestades também traziam conseqüências muitas vezes trágicas: as embarcações das esquadras separavam-se, algumas se perdiam ou mesmo afundavam. Não havia meios de comunicação, como hoje, entre os navios ou com a terra. Se um navio se perdia, não havia como reencontrá-lo.
Além de superar essas dificuldades, os navegantes precisavam vencer o medo do desconhecido. O oceano Atlântico havia sido pouco navegado e estava cercado de mistérios, sendo chamado de mar Tenebroso.

FONTE: Cemepe.


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